Arquivos mensais: maio 2012

Ana Rosa Dias Borges – Uma perseguidora de memórias


Vasculhar,compreender e socializar as histórias de narrativas orais populares do Cariri cearense é um dos prazeres da historiadora e pesquisadora cultural Ana Rosa Dias Borges. A Professora reconhece que  “ao preservarmos nosso patrimônio cultural imaterial estamos contribuindo para o aprendizado da cidadania, tão necessário em nossos dias”. Autora do livro “Narrativas Orais no Barro Vermelho” que é um exemplo da importância do resgate da história a partir das relações de pertencimento e identidade 

Alexandre Lucas – Quem é Ana Rosa Dias Borges?   
Ana Rosa Dias Borges – Cratense, contadora de historias para crianças, avó, historiadora, professora, pesquisadora cultural, amante da arte literária, uma misturança só.
Alexandre Lucas – Você já vem desenvolvendo há muitos anos um trabalho de incentivo a leitura. Fale sobre esse trabalho.
Ana Rosa Dias Borges  – Quando trabalhava com editoras comecei a contar histórias para crianças na Rede de Ensino do Recife. Encantei-me com o que vi e senti ao contar histórias. A necessidade de aprofundamento no tema levou-me a cursar uma especialização em Literatura Infanto- Juvenil, que versou sobre os contos orais, das comunidades narrativas orais da Chapada do Araripe. E assim, de posse desse conhecimento teórico , que empiricamente já me seduzia, intensifiquei as ações de incentivo a leitura, publicando artigos em revistas especializadas em Literatura Infanto- Juvenil e Educação, contando as histórias compiladas da Serra do Araripe em bibliotecas e escolas em geral, oferecendo oficinas de formação para educadores em parceria com secretarias municipais de educação e na rede privada de ensino, prestando assessorias pedagógicas, ministrando palestras, sempre disseminando o encantamento que os contos fantásticos provocam naqueles que estão em processos construtivos literários.
Alexandre Lucas – Você é uma pessoa que busca a partir das suas pesquisas sobre narrativas orais criar relações de identidade e pertencimento com o povo.  Qual o significado disso?
Ana Rosa Dias Borges O sentimento de pertença e identitário inerente ao ser humano são compartilhados por um mesmo grupo social, ou seja, o mesmo imaginário social. De forma que as idéias, os costumes, as tradições e os mitos fundam uma realidade social e deveriam estar presentes nos processos construtivos educacionais escolares, pois ao preservarmos nosso patrimônio cultural imaterial estamos contribuindo para o aprendizado da cidadania, tão necessário em nossos dias. E as narrativas populares orais, tem esse poder. Elas carregam consigo toda essa gama de simbolismo, valorizam no ser sua identidade cultural o que desencadeia os questionamentos necessários relacionados àquilo que somos e o porque do que somos.
Alexandre Lucas – Você lançou o livro “Narrativas Orais no Barro Vermelho”. Como foi esse trabalho? 
Ana Rosa Dias Borges – A artesania do livro Narrativas Orais no Barro Vermelho teve início quando o projeto que enviei ao MINC foi aprovado. Um programa denominado, Micro Projetos Mais Cultura, que contempla iniciativas culturais de cunho popular e abrangência comunitária.
Assim como eu já tinha desenvolvido a pesquisa dos contos populares na Chapada do Araripe e encontrava-me completamente envolvida com o tema narrativas orais populares, decidi dar continuidade ao trabalho, agora na cidade do Crato. A escolha do Alto da Penha, antes Barro Vermelho, se deu em função de ser essa uma comunidade emblemática, estigmatizada, uma das primeiras áreas periféricas da cidade, com um imaginário coletivo repleto de mitos, lendas, assombrações e também a formação de um tecido social interligada a formação histórica do Crato. Ademais, na minha infância, morei muito próximo e desenvolvi laços afetivos e identitários com o bairro.  
Alexandre Lucas – Você desenvolveu um trabalho de resgate da história dos  Dramas na cidade do Crato. Conte essa história.  
Ana Rosa Dias Borges – Quando criança, no Sitio Guaribas, localizado no Sopé da Capada do Araripe, tive a alegria e o imenso prazer de viver toda a magia dos Dramas. As moças do lugar, antes das festas natalinas, apresentavam os Dramas, que eram duetos cantados, em um palco improvisado, ora em cima de um caminhão, ora em cima de uma grande mesa, ora em uma calçada alta
Alexandre Lucas – Você acredita que a história da nossa ancestralidade vem sendo perdida?
Ana Rosa Dias Borges – Embora ocorram movimentos educativos e culturais com vistas a deter esse processo, percebe-se que são iniciativas tímidas e de abrangência diminuta. Muito da nossa ancestralidade histórica se perdeu. Entretanto, os aprofundamentos e as discussões acadêmicas, as ações dos organismos não governamentais nesse sentido e a implantação dessa temática no Sistema de Ensino Regular, vislumbram a contra mão dessa constatação.
Alexandre Lucas – Quais os seus próximos trabalhos?  
Ana Rosa Dias Borges – De certo estarei sempre envolvida em pesquisas que versam sobre as temáticas populares em memória. No momento estou amadurecendo a idéia de outra publicação. Faltam apenas os recursos. Mas estamos na busca e a concretização dessa ideia muito me fascina.


O Fórum da Fotografia Ceará está promovendo um Seminário da Fotografia.
Ficaremos um fim de semana hospedados num hotel fora da cidade para discutir
assuntos ligados à DIFUSÃO, FORMAÇÃO, MEMÓRIA e POLÍTICAS.
A proposta é elaborarmos um Plano Estadual para o segmento.
 
Divulguem o Comunicado em anexo.
 
As inscrições são feitas online, no site: www.forumdafotografiace.net/seminario
 
As vagas são limitadas!
 

Os Sinos

A morte de cada homem diminui-me,
porque sou parte da humanidade. Portanto,
 nunca procure saber por quem os sinos dobram;
eles dobram por ti.
John Donne
                                               Recentemente vários colegas se juntaram ,atônitos e desconsertados, no velório de um amigo,  contemporâneo dos doces enlevos da adolescência. A morte traz consigo aquela mescla dúbia de sentimentos: estupor, curiosidade, pesar, angústia, dúvida. A inevitabilidade da chegada da sombria Dama da Noite nos impele diretamente à perspectiva futura do nosso próprio fim. Como pôde acontecer tão prematuramente ? Por que  levar uma pessoa tão cheia de vida? Por que é tão árduo construir e tão simples para demolir? Que mistério nos aguarda do outro lado do umbral ?  Até os mais crentes e religiosos, no fundo do coração, carregam consigo, um ponto de interrogação em feitio de cruz. Mesmo os que têm a plena certeza da transcendência , ante o mistério insondável batendo à porta, sempre se deixam invadir pelo biológico instinto de preservação. Um dos colegas do banco de escola lembrava como percebia o ciclo da vida. Começamos indo ao velório dos avós , depois , sem que percebamos, passamos a acompanhar o esquife dos nossos pais e depois , finalmente, o funeral dos próprios companheiros. Nesta última fase, queiramos ou não, perfilamo-nos todos na linha de tiro, sem nenhum escudo adiante, aguardando apenas o disparo e a pontaria ruim ou mais afiada  da velha da foiçona. Todos portando imensos rabos de palha, como não se agoniar vendo o incêndio enorme varrendo a coivara vizinha ?
                                   O desaparecimento do amigo nos joga na cara verdades que teimamos em não enfrentar. A vida é curta demais para a imensidão do sonho que carregamos. Despendemos ainda o tempo mínimo e precioso com iniqüidades, com coisas pequenas, com trabalho excessivo, com encucamentos desnecessários, tentando resolver problemas insolúveis ou auto-solucionáveis. Vamos pondo nas costas uma imensa carga de ódio, remorso, arrependimentos, ambições, aspirações inalcançáveis e inúteis e a travessia ,que por natureza já é breve,   assim vai se tornando ainda dolorosa e insuportável.  Quando o castelo de areia vizinho ao nosso é engolido pela preamar,  despertamos para a devastação próxima e inevitável do nosso forte, ainda em mero projeto, e já pronto a ser lambido pelas águas. No fundo, não é a morte que tememos, mas o simples arremedo de vida que conseguimos moldar com as poucas horas que nos foram disponibilizadas.
                                   Os crentes me asseguram que no final dos dias todos nos reuniremos novamente. Os espíritas me tranqüilizam dizendo que  teremos outras oportunidades em outras vidas que virão adiante. Muitos me oferecem terrenos no céu e me oferecem ainda um número incontável de virgens a escolher – se for chamado apenas velhinho como pretendo, ainda terei disposição para o desfrute ? Outros me ameaçam com  o a fúria de um deus irascível e o terrível clima do inferno, se eu tentar fazer minha travessia terrestre mais prazerosa.
                                   Já tenho preocupações demais para este mundo. Se do outro lado da porta , existir um outro, surpreso,  tentarei fazer o melhor possível por lá, exatamente como tentei proceder por  aqui. Por enquanto vou cuidando da carne, quando for só osso tentarei arrumar a ossada  como melhor me convier. Cantar e dançar na praça antes que os sinos dobrem. E mais tenho que fazê-lo, agora, com responsabilidade dobrada,  por mim e por aqueles que foram ficando no caminho, como se suas vidas continuassem na minha  e se elas já foram curtas pela própria natureza, não têm necessidade nenhuma  de serem pequenas. 

J. Flávio Vieira

Josenir Lacerda – A fala mansa do encanto

A cordelista carrega uma exuberância de versos fraternos na forma de lida com a literatura.  Josenir Lacerda é uma das inúmeras mulheres do Cariri que escreve cordel e que transita cotidianamente no universo da arte. Integrante da Academia dos Cordelistas do Crato e da Academia Brasileira de Literatura de Cordel. Josenir montou na sua própria casa uma budega para divulgar o artesanato e a literatura “popular”, na qual recebe artistas e pesquisadores de diversos estados brasileiros para beber da sua deliciosa conversa mansinha.       





Alexandre Lucas – Quem é Josenir Lacerda?

Josenir Lacerda –
Sou poeta, cordelista
Sou dedicada artesão
Natural aqui do Crato
E dele ardorosa fã
Retalhos de “ser feliz”
Emendo a cada manhã
Garanto que ainda sou
A mesma eterna criança
Que brinca de embalar sonhos
De fabricar esperança
Na mente imaginativa
A fantasia inda dança
Elói Teles, Patativa
Também o Cego Aderaldo
Os meus pais e meus avós
Professor Zé Esmeraldo
São exemplos de vida
Meu incentivo e respaldo.
Pela arte popular
Sinto um amor verdadeiro
Vejo em nossa tradição
Rico e cultural celeiro
Que transforma o Cariri
Em vasto e fértil canteiro.
Alexandre Lucas – Quando teve início o seu despertar pela Leitura?

Josenir Lacerda – Na infância ainda, começou meu interesse pela leitura.
 

Alexandre Lucas – Qual a influência do seu trabalho?

Josenir Lacerda – Tenho admiração por vários poetas e escritores, o que me estimulou a escrever, porém nunca me detive para tentar descobrir algum sinal que caracterizasse a influência de algum especificamente.
 

Alexandre Lucas – Fale da sua trajetória?

Josenir Lacerda – Escrevo por necessidade de comunicação, bloqueada pela timidez, desde a adolescência. Tenho alguns cordéis publicados antes do meu ingresso na Academia dos Cordelistas do Crato em 1991 e hoje e conto com uma significativa produção divulgada em alguns pontos do Brasil. Em 2010 ingressei na Academia Brasileira de Literatura de Cordel no Rio de Janeiro.

Alexandre Lucas – Qual foi o seu primeiro cordel?

Josenir Lacerda – Foi “O Manequim”, que continuava inédito, engavetado esperando seu momento. O primeiro editado, foi “A “cabôca” que enganou o santo” em parceria com Iris Tavares. E ao ingressar na ACC foi “Severino e Luzia ou As Proezas do Destino”.

 
 Alexandre Lucas – A região do Cariri se destaca pela quantidade de
 cordelistas. Isso influenciou a sua carreira poética?

Josenir Lacerda – A efervescência cultural do Cariri como um todo, estimula, contagia e influencia.

 

Alexandre Lucas – Você hoje faz parte da Academia Brasileira de

 Literatura de Cordel. O que isso representa para você?

Josenir Lacerda – Significa não só uma conquista pessoal como cordelista, mas a chance de representar a mulher caririense na conceituada instituição nacional do cordel.
 

Alexandre Lucas – Como você caracteriza a sua poética?

Josenir Lacerda – Prefiro não buscar uma característica específica, pois de certa forma isso gera um rótulo e tira um pouco da liberdade de explorar os temas. Costumo dizer que a inspiração é igual a menino “birrento” que chega puxando a saia da mãe querendo algo imediatamente nos momentos inoportunos e inusitados. Geralmente procuro atender ao tema sugerido pela “musa” sem me preocupar em manter uma linha ou característica. Talvez minha poética tenha essa característica: “diversidade de temas“.

 

Alexandre Lucas – A sua residência se tornou ponto de referência para

 a pesquisa sobre cultura popular por conta do espaço que você criou

 “Cordel e Arte”. Isso contribui para a sua produção poética?

Josenir Lacerda – Contribui sim, pois cada contato oferece um pouco de conhecimento, aprendizado, informação e isso alimenta a criatividade e estimula a produção.

 

Alexandre Lucas – O que é a poesia para você?

Josenir Lacerda – A poesia pra mim
É uma amiga sincera
Que assume meus queixumes
Faz de inverno, primavera

Compreende os meus medos

Guarda fiel meus segredos
Meu sonho, minha quimera.

 

Comunistas Paraguaios recuperam junto a corte suprema seu direito á plena legalidade (em espanhol)

Comunistas paraguayos vuelven a legalidad tras 66 años de prohibición | Patria Grande

El Partido Comunista Paraguayo (PCP) celebró en plaza pública de esta capital su regreso a la legalidad, justo en el aniversario 66 de su prohibición.
El Tribunal Supremo de Justicia Electoral reconoció la vigencia de la organización y su derecho a participar en los comicios de abril del 2013, poniendo fin a la prohibiciónlegal de su existencia subrayada ante su enfrentamiento decidido a la dictadura de Alfredo Stroeener (1954-1989).
La organización efectuó un festival frente al capitalino Panteón de los Héroes, con la participación de artistas populares y representaciones de distintos sectores del partido y otras agrupaciones políticas que forman parte del gobernante Frente Guasú.
Al acto asistió la dirección histórica del PCP, encabezada por Luis Casavianca, su presidente, así como los embajadores de Cuba y Venezuela, Bernardo Guanche y Javier Arrúe, respectivamente.
También estuvieron presentes la ministra de Salud, Esperanza Martínez, y el precandidato presidencial Luis Bareiro.
El secretario general del Partido, Najeeb Amado, destacó que la vuelta a la legalidad oficial llegaba después de 66 años de prohibirse la actividad de la organización y es un momento histórico en el que se devuelve un derecho a los comunistas después de décadas de lucha.
Anunció la celebración anual, en mayo, de una Semana del Coraje, para desarrollar la amplia gama de la cultura revolucionaria y como encuentro especial para la militancia juvenil en combate contra un sistema de producción que explota y oprime al pueblo.
Amado agregó que el PCP ratifica su compromiso inconmovible con todos los procesos revolucionarios y especialmente con los pueblos de Cuba y Venezuela, Ecuador, Bolivia y otros de América Latina, porque ellos son expresión de un nuevo mundo mejor y socialista.
Banderas paraguayas y del partido, consignas coreadas con vivas a Fidel Castro y Hugo Chávez, así como grabaciones con palabras del comandante Ernesto Ché Guevara sirvieron de fondo a la emotiva demostración.
Fuente: Prensa Latina

Paleontologia e Arqueologia no Cariri


Aprofundar e socializar a produção e conhecimento cientifico na área de Paleontologia e Arqueologia é um dos objetivos do II Encontro Universitário de Paleontologia e Arqueologia do Cariri. Esse evento será realizado no período de 30 de maio a 02 de junho de 2012, na Universidade Regional do Cariri – URCA, na Cidade de Crato – CE.  
A Região do Cariri, conhecida pela quantidade e qualidade de seus fósseis provenientes da Bacia do Araripe ainda sofre com o descaminho que seus fósseis sofrem para museus e coleções particulares de todo o mundo. A arqueologia começa a ter o seu despertar através das primeiras escavações arqueológicas que acontecem em Nova Olinda – CE e do trabalho realizado pela Casa Grande de Nova Olinda.
O despertar de novas gerações para essa área do conhecimento é a principal saída para a preservação desse patrimônio nacional.
A região do Cariri é um dos locais importantes para a pesquisa cientifica nas áreas arqueológicas e paleontológicas, pois tem alcançado um destaque cada vez maior nas pesquisas básicas a nível mundial, particularmente nas duas últimas décadas. Este crescimento resultou no aumento da atividade de coleta de fósseis em depósitos paleontológicos classificados como Konservat-Lagerstätten (com uma quantidade muito grande de fósseis com preservação excepcional).
A realização de eventos dessa natureza traz como conseqüência direta o calor preservacionista de jovens estudantes e da comunidade em geral, bem como o despertar de novas mentes para o estudo da Paleontologia, da Arqueologia, da evolução ebiodiversidade na Região do Cariri.
Não é difícil entender que o tema é de interesse para a região, principalmente quando se fala sobre turismo da região. Até hoje, mais de 200.000 visitantes estiveram no Museu de Paleontologia da URCA em Santana do Cariri, numa cidade que tem apenas cerca de 7 mil habitantes. Número similar, à visita a Casa do Homem Cariri em Nova Olinda, para conhecer os vestígios dos índios Cariris, antes da chegada dos colonizadores portugueses. Entre estes visitantes, destacam-se inúmeros pesquisadoresnacionais e estrangeiros.
A maioria das pessoas confundem a arqueologia com a paleontologia, apesar de as duas ciências utilizarem as mesmas técnicas de investigação, elas diferem nos objetos que estudam.
O II Encontro Universitário de Paleontologia e Arqueologia do Cariri constará de palestras, mini-cursos, Oficinas e vivências. Essas vivências ocorrerão na Fundação Casa Grande (Casa do Homem Kariri) Mina de Calcário, na cidade de Nova Olinda/CE
e no Museu de Paleontologia da URCA (Santana do Cariri), onde o primeiro encontro realizado no ano de 2009 foi de suma importância para as duas ciências, pois muitos alunos tiveram um despertar para a pesquisa, contribuindo para o despertar de novos pesquisadores na região.
O Encontro é realizado pelo Laboratório de Paleontologia da URCA – LPU, do Geopark Araripe com os auspícios da Universidade Regional do Cariri – URCA e do Instituto Nacional de Arqueologia, Paleontologia e Ambiente do Semiárido – INAPAS.
Maiores informações no site
www.urca.br/encontropaleontologia/II
Contato:
(88) 8817-1458 (88) 9713-0925 (88) 9714-2141

17 de Maio estreia ‘boa noite cinderela’ nova montagem coreográfica da Alysson Amancio Cia. de Dança

http://www.youtube.com/watch?v=2L98JPzltYU

Alysson Amancio Companhia de Dança estreia seu novo espetáculo “boa noite cinderela”.
A temporada será realizada dias 17, 18, 19, 4, 25 e 26 de maio ás 20 h no Teatro Patativa do Assaré na Unidade SESC Juazeiro do Norte.
Segue release e ficha tecnica

Um campo florido guardado por cães pastores simboliza as dualidades humanas: de um lado o desejo, o sonho e a esperança. De outro, a realidade.
Pina Bausch

Somos criados para acreditar no sonho, no príncipe encantado, no mundo perfeito, no final feliz. Com o andar da carruagem vamos, paulatinamente, nos afastando da doçura e ingenuidade dos contos de fadas e sendo devorados pelas brutalidades cotidianas. Percebemos que a vida é dura e para sobreviver é preciso também enrijecer-se.

Desprezos, falsidades, traições, crimes bárbaros. Cada vez mais nos decepcionamos com o mau-caratismo de alguns seres humanos. Por onde anda o amor, a amizade e a delicadeza na contemporaneidade? Boa noite cinderela é a nova montagem da Alysson Amancio Companhia, um espetáculo de dança contemporânea que almeja provocar essas questões sobre os espectadores. A afetividade está findada a extinção?

Era uma vez…

Alysson Amancio

Ficha Técnica

Direção, dramaturgia e coreografia: Alysson Amancio

Interpretes-criadores: Adriano Modesto,  Alyne Souza, Faeina Jorge, Kelyenne Maia, Luciana Araujo, Lucivânia Lima, Michele santos, Rosilene Diniz

Pesquisa musical, cabelo e maquiagem: Alyne Sousa e Alysson Amancio

Figurino: Ariane Morais

Ensaiadora: Luciana Araújo

Iluminação: Luiz Renato

Assistente de iluminação e operação de luz: Raimundo Lopes

Assessoria teatral: Duilio Cunha

Arte: Jota Junior

Produção: Jota Junior, Luciany Maria, Nilo Junior

Fotografia: Diego Linard