ONDE ESTÃO AS POLÍTICAS PÚBLICAS PARA A SUSTENTABILIDADE DA REGIÃO DO CARIRI

Falácias, criação de órgãos e conselhos na área ambiental, eventos e mídia, no entanto na prática estamos a procurar há algum tempo, pelo menos um Plano de Governo ou um Programa de qualquer nível que esteja, efetivamente aplicando políticas públicas e de desenvolvimento visando a sustentabilidade da Região do Cariri cearense.


O nosso país já possui um Programa Brasileiro de Cidades Sustentáveis que tem como objetivo sensibilizar, mobilizar e oferecer ferramentas para que municípios brasileiros se desenvolvam de forma econômica, social e ambientalmente sustentável.


Será que nessa Região do Cariri que já por diversas vezes a mídia mostrou ser uma das que mais cresceu vai repetir os erros bem conhecidos de todos, quando não se planeja a ocupação territorial e não se considera ou se mitiga os impactos ambientais visando o desenvolvimento sustentável?

A base do mundo hoje é a economia verde e a conciliação do desenvolvimento com o uso dos recursos naturais. Será que a Região Metropolitana do Cariri vai agora esperar mais um centenário da cidade pólo, Juazeiro do Norte para entender que os preceitos ecológicos do seu ícone, o Padre Cícero não é só de incentivar a produção de mudas de plantas!!



Seria pois, bastante oportuno que a população, os cidadãos, as lideranças, as organizações não governamentais exigissem, nessas eleições de 2012,  dos próximos gestores municipais, um compromisso oficial através de um pacto político, construído com o envolvimento de todos os setores da sociedade, um programa de governo com uma plataforma de cidade sustentável, cuja base fosse efetivamente a governança, ou seja, a participação das comunidades nas tomadas de decisão.


O propósito é de que o poder público tenha a responsabilidade de assegurar o desenvolvimento sustentável, compatibilizando os objetivos ambientais, sociais, políticos, culturais e econômicos para melhorar a qualidade do ambiente local e regional e reduzir o risco de agravamento da qualidade de vida das gerações futuras.



Será que impossível encarar essa tomada de decisão rumo ao desenvolvimento sustentável?! Com a palavra os cidadãos e por que não os eleitores da região?





















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