Arquivos mensais: dezembro 2011

Esperança significativa – Emerson Monteiro

Sob as irradiações do ano que se aproxima há tendência de falar palavras doces a quem resistiu incólume os derradeiros 365 dias que, pouco a pouco, mergulharam no silêncio do passado. Contraditórios, entretanto, qual esta raça aventureira que habita as léguas deste chão desde o início. Tintos de sangue, troados de canhões, sacudidos de fenômenos naturais. Idos e vividos, transcorrem esses dias no coração das pessoas. Nalgumas, porres homéricos; noutras, fervorosas preces da contrição mais fiel. Raça esquisita, às vezes calculista, supersticiosa. Lava as mãos aos desmandos de elites dominantes, porém chora aos barris quando seu time sofre as derrotas dos campeonatos suburbanos. Ri às gargalhadas diante dos… Ih! quase esquecia que o bom humor anda em baixa e não caberia bem numa comparação. Chora e ri de tudo, ainda que o riso custe caro lá adiante. Bom, isso compõe o enredo das peças encenadas nos palcos dos dias acinzentados ora sofridos. Ninguém queira mover uma palha, pois reagiríamos a ferro e fogo na busca dos direitos negados.

No entanto, vamos nós pelos caminhos do mundo na busca firme dos novos períodos legislativos, novas possibilidades de lucro, outros jornais de manchetes parecidas na relação dos séculos, ruas esburacadas, carros reluzentes, descidas e subidas dos ídolos de barro, flores vivas nos jardins das praças, progressos e civilizações armadas.

Nada melhor, por isso, do que palavras férteis, ricas das fortes doses de imaginação positiva. Florescimento de amores. Luzes de revelações agradáveis. Descobertas de medicamentos poderosos para vencer males do corpo e do espírito. Gostos refinados em músicas inspiradas, ritmos animando as ruas dos movimentos revolucionários. Justiça aprimorando costumes a toda velocidade. Governantes honestos das janelas dos palácios comandando as coletividades em fases incríveis de intensa felicidade; boas administrações públicas afinal. Trabalho envolvente das massas na construção de cidades bonitas, sonhos de morar e passear. Jovens estudiosos a substituir, com sabedoria, os avós e os pais, na festa coletiva da renovação, plena de tranquilidade e paz. Tudo prenúncio, portanto, deste ano que começa cheio de transformação verdadeira na mentalidade humana rumo aos valores brilhantes que adquirimos nas horas anteriores, com sobra de mantimentos. Só a esperança da virtude que supera os erros abandonados. Só o amor em todos, nos dias e meses desta data que logo envolverá de bênçãos o futuro e a história, assim desejo a todos, comigo aqui também.

O que se fala da polícia?

Desde pequeno vi e ouvi falarem mau da policia, seja ela qual for,militar, civil, federal, parece-nos até que o próprio nome polícia vira sempre mote para alguma piada de mau gosto ou mesmo de desprestígio sarcástico nas rodas sociais e nos seriados de TV, nos filmes americanos , a visão que se tem de policia é sempre a de que ou o cara é burro, ou é preguiçoso ou é bandido quando muito é louco como na LOUCADEMIA DE POLICIA, as mídias sempre repassam esse estereótipos para nossa população. Se fizermos um paralelo do que se é produzido no Brasil em termos de cinema, basta-se remeter a TROPA DE ELITE 1, no entanto, para não nos estendermos, quero aqui fazer a defesa desses profissionais de segurança.

Vou falar com propriedade da Policia Militar, instituição a qual servi por 10 anos, é isso mesmo!!, antes de ser professor do estado , comandar greve, estive do lado de lá, não vou me ater aos motivos que me fizeram sair, mas basta dizer que o que fiz foi trocar uma arma que não corrige por outra que evita a correção pelo estado “ o Pincel”. Os policiais militares seguem a mesma ótica do estado burguês criado para garantir a segurança e a ordem das instituições políticas do próprio Estado. A percepção de se garantir a ordem e a segurança para quem depende do estado, ou seja, a população, é repassado para policiais que estão na ponta como a única missão. Enquanto que os coronéis, majores e o auto oficialato da policia se locupletam do poder de policia para fazê-lo de poder político, eles sim sabem usufruir das benesses do poder do estado, salvo as Raríssimas exceções como um Deputado Capitão Wagner Sousa desses, que honra a policia Militar em sua defesa intransigente pela categoria miliciana. Os policiais militares são verdadeiros heróis que inebriados pelo sentimento altruísta insistem em abandonar suas famílias, sua própria segurança em favo de outros que sequer conhecem, saindo de suas casas sem hora e dia para voltar. Esses heróis anônimos são marginalizados por uma sociedade que muitas das vezes comporta-se de forma desdenhosa em não reconhecerem o verdadeiro valor desses servidores públicos da segurança , abnegados pelo que fazem. É preciso, no entanto, cortar na própria carne quando militares se envolvem em desvios de suas condutas.

Vivemos ainda resquícios da ditadura, as academias que deveriam forma profissionais de segurança com uma visão holística da sociedade,compreendendo sua formação e problemas como situação sine qua nom para uma melhora na prestação do serviço essencial de segurança publica, não a fazem por estarem ligadas a um regulamento arcaico e portanto obsoleto de policia. Esse mesmo regulamento militarizado que aprisiona o homem física e ideologicamente, destrói a humanidade existente nele , vira uma maquina e o resultado disso nos já conhecemos. Na última conferência Nacional de Segurança Publica se aprovou uma resolução que traz um indicativo para a desmilitarização e a unificação das policias, creio que seja um avanço, mas muito distante de virar realidade. Por fim, enquanto tivermos uma subcultura nos órgãos de segurança impedindo o reconhecimento desses profissionais como cidadãos que são, com direitos como tantos cidadãos, viveremos esse APARTHEID coordenada pelo TACÃO DO MEDO.

Prof. Samuel Duarte Siebra

Presidente do PC do B-Crato/CE

O sangue dos pobres – Emerson Monteiro

Consta na relação dos fenômenos extraordinários atribuídos a São Benedito, o Mouro, santo católico de origem árabe, que, quando administrava a cozinha do Convento dos Capuchinhos onde morava, e após a ceia dos monges eremitas, ele sempre oferecia aos pobres que habitavam as comunidades próximas sopa por demais substanciosa. Famintos, saciariam a fome diante da boa vontade daquela refeição caritativa dos inícios de noite. O meio que religioso utilizava era reaproveitar as sobras que ficavam da preparação dos alimentos principais, restos de verdura, gorduras de carnes, caldos de fervuras, substâncias que de comum seriam jogadas fora.

Os noviços responsáveis pelas rotinas do estabelecimento, no entanto, nutriam pouca disposição de, além dos afazeres regulares, ainda pegarem as sobras para constituir a sopa dos necessitados, e dificultavam o trabalho que resultaria no sustento da longa fila andrajosa dos mendigos.

Com isso, aos seus modos humildes, São Benedito, repetia com insistência que eles, os auxiliares, indiferentes, derramavam o sangue dos pobres. Inúmeras vezes aconteciam os conselhos sem clara manifestação de produzirem os devidos frutos.

Até que, belo dia, o frade, utilizando a estopa de limpeza do balcão onde preparavam os pratos, nela recolheu os mantimentos que iriam a caminho da lixeira e, em seguida, com força, espremeu o tecido, às vistas de todos em volta, reafirmando o sempre dizia:

– Meus irmãos, vejam, na verdade, que o que fazem é derramar o sangue dos pobres – enquanto, na mesma hora, escorria sobre a bancada o mais puro e expressivo sangue humano, razão de espanto dos presentes, passando esta a ser uma das ocorrências analisadas com mérito quando da canonização do virtuoso santo.

Vovô Natalino e o Natal de Trevas em Matozinho

A notícia chegou em Matozinho ainda pela manhã, quando os burros dos leiteiros ainda cruzavam as ruas, enchendo os bules, de porta em porta. A cidade ficou consternada. Padre Andrelino falecera na capital. Fora pároco de Matozinho , por uns onze meses , em substituição ao Padre Arcelino que adoecera gravemente . A tristeza que se abateu sobre a Vila tinha muitas razões para se multiplicar. Andrelino mal varara os quarenta anos e, na sua passagem meteórica por Matozinho, tinha se irmanado tanto com a cidade que se tornara um matozense honorário, desses que nem precisam receber o título na Câmara Municipal. Por polêmicas ações do seu apostolado, terminara afastado da paróquia e, depois, tido por louco, soube-se ter sido interno em hospital psiquiátrico na capital. O povo nunca se conformou com o triste destino do nosso Arcelino , ainda mais agora quando se divulgou, por baixo dos panos , o motivo do falecimento : suicídio por enforcamento. Caiu, por sobre a cidade, um clima pesado, como todos se sentido atormentados por um novo pecado original. Parecia impensável o trágico fim do sacerdote. Logo ele? Tão alegre , sempre com um sorriso pendente dos lábios, tão repleto de esperanças e idéias novas ! Tão dinâmico e confiante na possibilidade de mudar o curso das coisas e tornar o mundo mais respirável! Por que desistiu de forma tão trágica e categórica?

As rodinhas de praça, as mesas do Bar do Giba e a assembléia da Botica de Janjão até que tentaram trazer uma resposta. As versões, no entanto, são desencontradas e múltiplas , passeiam pelo terreno do homicídio, da psiquiatria, da terapêutica errada e até de uma suposta trama envolvendo grupos de comerciantes e sacerdotes no sentido de por fim à vida dele. Quem sabe , o leitor, não poderia dar uma ajudazinha em desvendar o enigma?

Andrelino assumiu a paróquia de Santa Genoveva e, rapidamente, percebeu-se que era um padre diferente. Criou um Projeto chamado “A Deus o que é de Deus”, administrado pelos próprios diocesanos. Arrecadavam donativos e óbolos que eram doados aos mais carentes, sem qualquer interferência da Diocese. Os administradores descontavam apenas um pequeno valor para manutenção do sacerdote e da Igreja. Acabou com as procissões intermináveis, afastou as beatas do templo e pediu-as se envolverem em movimentos sociais sob pretexto de que ajudar aos mais desfavorecidos já era uma oração. Dispensou, ainda ,as confissões, pedindo aos fiéis que se confessassem diretamente com Deus e suas consciências. Proibiu o corte anual de árvore para montar a bandeira da Santa Genoveva na Festa do Pau da padroeira, aquilo era uma agressão à natureza: montem em cano de PVC! Acabou, também, com as regalias que tinham os matozenses mais ricos: missas domésticas, encomendações especiais, concelebrações em aniversários e solenidades. Vários imóveis doados para Santa Genoveva foram vendidos também , com fins de ajudar às vítimas da inundação do Rio Paranaporã. Cristo não faria isso, perguntou o sacerdote ? Ou ele preferiria ser latifundiário e assistir ao sofrimento e abandono do seu povo ?

No entanto, a gota d´água que entornou o copo do Pe Andrelino, veio no Natal. Taí um consenso , arrancado das rodinhas de bar, praça e botica. É que as mudanças propostas foram enormes, se comparadas aos Natais da tradição. Andrelino brigou com o prefeito Sinderval Bandeira, pois esse criara o que ele chamou de “Natal de Trevas”. Nenhuma iluminaçãozinha na cidade, para lembrar a data, era demais! Em plena época de luzes da China, aquilo era inadmissível! Depois, Andrelino pediu a todos que construíssem árvores de Natal com espécies da própria região : pau d´arco, faveiras, timbaúbas, coração de negro. Pinheiro e Cipreste não tem nada a ver com Matozinho , minha gente ! E mais, não cortassem as árvores que aquilo era uma afronta à vida e a Deus. Desbancou, também, a figura do Papai Noel, um velho broco e cego que só avista criança rica e mais: anda num trenó, puxado por umas tal de rena, no meio da neve. Quem já viu esse tipo de condução? Quem já viu neve? Quem conhece rena, meu povo ? Pode um desgraçado desse vir bater num lugar seco como Matozinho? Mandou buscar, então, uma figura em barro construída por Zé do Carmo, um artesão de Goiânia em Pernambuco, chamada de Vovô Natalino, com cara de nordestino e olhar afável e carinhoso: a partir de hoje, esse é nosso Papai Noel ! O padre, ainda, acabou com o tal de amigo secreto: a partir dali todos os amigos seriam visíveis e declarados. E mais: pediu ( para desespero dos comerciantes )para que a troca de presente cessasse, que aquilo não era coisa de Deus. Trocassem por alimentos e distribuíssem com os pobres, aquilo sim era bem mais condizente com o espírito de Natal. Andrelino lembrou ainda do falso clima de solidariedade quase compulsória desse período. Que as pessoas se tornassem caritativas, mas com espírito libertário: lutassem para que um dia a caridade já não fosse necessária e se substituísse por justiça social. Pediu ainda que a ceia fosse servida na Praça da Sé, numa mesa enorme, lembrando que todos somos irmãos e devemos dividir a mesma mesa. E mais: nada de Panetone, de uvas, de Passas , de Nozes, de vinhos. Vocês acham que foi isso que Cristo comeu na manjedoura? Tragam à nossa mesa o nosso maná do dia a dia : passa-raivas, sequilhos, quebra-queixos, muncunzá, macaúbas, araticum, siriguelas e aluá. É com esse maná que devemos regar o nosso Natal.

O Natal de Trevas , dizem todos, foi o mais iluminado de Matozinho. Logo depois, sabe-se lá porque, Andrelino foi afastado e depois interno no hospício. Aos que lamentaram o enforcamento de Andrelino, alguém lembrou que aquilo nada tinha de estranho: o próprio aniversariante , autor de tantas idéias parecidas, não fora crucificado ? Não era apenas a mesma história que se recontava?

J. Flávio Vieira

Campanha “Queremos seu Cacareco”

Você deve ter em casa aquele cabo velho de USB, o cartão de memória que não usa mais, aquela maquina de fotografar antigona, uma tesoura velha, um gravadozinho, uma extensão…e muitas outras coisas que nunca utiliza….já pensou em doar? Queremos todo os seus cacarecos para construimos o nosso Laboratório de Estudos, Vivencias e Experimentos em Arte Contemporânea.

Sua doação…pode fazer a arte circular coletivamente…..

Livro: O Hip-Hop Está Morto! tem pré-venda pela internet

Este é um livro de ficção com drama verdadeiro. Neste romance de estreia de Toni C., o leitor terá contato de maneira quase autobiográfica com o Hip-Hop! A pré-venda do livro O Hip-Hop Está Morto! – A História do Hip-Hop no Brasil é feita exclusivamente no site http://www.literarua.com.br/.Narrado em terceira pessoa, com uma linguagem informal e com o ritmo de um bom Rap. A obra cumpre a tarefa de levar a história do movimento Hip-Hop no Brasil e suas influências internacionais ao público em geral. O texto traz elementos adicionais até para os mais aficionados. Mas também é um excelente “guia introdutório” para quem quer descobrir mais sobre esta cultura.Artistas, ativistas e verdadeiros marcos do Hip-Hop aparecem devidamente citados. De Racionais Mc’s a MC Cauan, das suas origens no centro da região metropolitana de São Paulo até os rincões da periferia, nada é descartado pelo personagem principal.Neste romance de estreia de Toni C., o leitor terá contato de maneira quase autobiográfica com o Hip-Hop!O movimento é personificado pelo autor, ganhando vida, voz e, sobretudo, personalidade – tudo de forma original e fiel ao movimento. A obra ainda traz 28 fotos de grandes ícones da história do Hip-Hop brasileiro.

O livro ainda traz 28 fotos de grandes ícones da história do Hip-Hop brasileiro.

Características do

Livro:ISBN: 978-85-910253-2-9Autor: Toni C.Categoria: Romance / Hip-Hop Ano: 2012Páginas: 252Dimensões: 14X21 cm.http://www.literarua.com.br/

ICC ELEGERÁ A NOVA DIRETORIA

Durante todo o dia 30 de dezembro de 2011, em sua sede à Praça Filemon Teles, em Crato, conforme convocação do seu atual presidente, Dr. Manoel Patrício de Aquino, o Instituto Cultural do Cariri permanecerá em Assembléia Geral Extraordinária para eleger sua nova Diretoria relativa ao biênio 2012/2013.

Podem votar e ser votados todos os ocupantes de cadeira do sodalício visando preenchimento dos cargos de Presidente, Vice-Presidente, Secretário-Geral e Tesoureiro, além dos componentes do Conselho Superior.

Desde 8 até 17h, acontecerá a coleta dos votos na composição dos dirigentes de principal instituição lítero-cultural de Crato.

III Natal Solidário – Emerson Monteiro

Será no dia 25 de dezembro, às 14h, no Estádio Mauro Sampaio Castelo Branco, o Romeirão, em Juazeiro do Norte, a realização da festa dos Anjos Solidários – Cevema relativa ao III Natal Solidário. O exemplo dos dois anos anteriores já oferece à instituição beneficente lugar expressivo junto às populações carentes, que, decerto, comparecerá em apreciável multidão para comemorar o nascimento de Jesus, numa bem sucedida iniciativa.

Após esforços desenvolvidos durante todo o ano visando arrecadar recursos destinados a prêmios distribuídos em sorteios sucessivos e demais atrações do grande evento, a data permanecerá na lembrança de todos pelo brilho de que se revestirá, vistos os preparativos desenvolvidos e a organização que caracterizam o grupo filantrópico coordenado pelos empresários Luiziane e Tadeu Alencar, responsáveis por práticas permanentes. Com isto visam, sobretudo, dar testemunho do serviço fraterno aos juazeirenses, unindo a iniciativa privada e o poder público em demonstrações coletivas de solidariedade.

A fórmula de gerar benefícios sociais desenvolvida pelos Anjos Solidários durante todo o ano vem surtindo seus efeitos promissores, ocasionando a aproximação das classes aquinhoadas com os que ainda não usufruem das benesses da justiça comunitária.

À medida que outras lideranças compreendam a importância de práticas semelhantes, haverá mais sensibilidade nas relações entre os extremos sociais, isto alimentando a possibilidade cristã da fraternidade verdadeira.

Deste modo, os Anjos Solidários – Cevema convida todos os cidadãos de Juazeiro do Norte a comparecer ao Estádio Romeirão, na tarde do dia 25 de dezembro do corrente ano, no objetivo de vivenciar a bela festa natalina de 2011, com isto repetindo os bons resultados obtidos nas vezes passadas.

Enquanto almeja aos caririenses votos plenos de Felicidades neste Natal, seguido de um Ano Novo pródigo das melhores realizações, na Luz do Amor e da Bondade ensinadas pelo Divino Mestre Jesus.

Geraldo Ananias e o seu dom literário. por Elmano Rodrigues Pinheiro


A Comunidade Caririense terá um motivo especial, para abrir com chave de ouro a entrada do novo ano na área cultural. Será lançado em Fortaleza no próximo 04/01/2012, a partir das 19 horas,no Restaurante Dom Pepe – Rua Ildefonso Albano 587, Meireles,
Nos Ombros do Destino, mais um romance de Geraldo Ananias Pinheiro.
A Comunidade Cearense em Brasília ficará aguardando anciosa o dia 09/02/2012, pois Santana do Cariri e Crato nos dias 16 e 17 de Janeiro de 2012 estarão comemorando esse lançamento.
Mais uma vez Geraldo Ananias nos brinda com uma belíssima obra literária,o que nos enche de orgulho e dá ao Cariri, uma continuidade na exposição de seus valores culturais.

Tucano de bico quebrado

Governo Dilma supera Lula e FHC ao fim do 1º ano no cargo, segundo pesquisa CNI/Ibope

Maurício Savarese
Do UOL Notícias, em Brasília

O governo da presidente Dilma Rousseff foi mais bem avaliado que o dos antecessores Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Henrique Cardoso ao final do primeiro ano de seus respectivos mandatos, informou nesta sexta-feira (16) uma pesquisa Ibope encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

A gestão da petista tem 56% de ótimo ou bom na aprovação popular, enquanto Lula exibiu 51% em 2007 e 41% em 2003 –os primeiros anos de cada um de seus dois mandatos no Palácio do Planalto. Lula teve números mais altos ao longo de sua passagem pela Presidência da República, mas não 12 meses após suas duas posses.

O governo Fernando Henrique teve 17% de popularidade em 1999 e 43% em 1995, em uma comparação semelhante, de acordo com a sondagem que tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistadas 2.002 pessoas em 142 municípios brasileiros entre os dias 2 e 5 de dezembro.

O desempenho pessoal de Dilma também teve aprovação superior às dos dois antecessores após um ano no cargo. Ela teve 72%, enquanto Lula somou 65% em 2007 e 66% em 2003. Fernando Henrique teve 26% em 1999 e 57% em 1995.

O índice de confiabilidade da presidente empata com o de Lula em seu primeiro mandato no Palácio do Planalto. Neste dezembro, diz o Ibope, ela conta com a confiança de 68% dos entrevistados. Lula tinha 69% em 2003. Quatro anos depois, após o escândalo do mensalão, esse índice recuou para 60%.

O tucano Fernando Henrique tinha confiança de 58% da população em 1995 e viu esse número recuar na sondagem do Ibope para 27% ao fim de 1999, após uma grande desvalorização do real e o início da crise energética que levaria ao racionamento.