Arquivos mensais: março 2011

Maria Fumaça

O velhinho entrou no consultório meio desconfiado, meio cabreiro. Como boi no matadouro, esperando o xunxo do magarefe. Dois filhos o puxaram até ali e duas filhas o empurraram. Todos carregamos, no íntimo, a certeza da imortalidade física: o velhinho, sabe-se lá porque, pressentia que sua moléstia não era coisa simples, dessas de se resolver com Capivarol e Extrato Hepático. Sentou-se meio constrangido, mas ,rápido, recobrou o equilíbrio e desatarraxou um vendaval de sintomas. Estava naquela idade em que os inimigos começam a armar o cerco e passam a disparar sem piedade sua metralhadora de achaques, de dores e infortúnios. O médico o examinou com cuidado e teve a certeza de que o velhinho não exagerara na premonição. Algum esmeril feroz carcomia as forças daquele que um dia fora um touro indomável, trabalhador incansável no campo, um artista da enxada e do arado. A madeira de lei dera cupim. O esculápio solicitou alguns exames que confirmassem sua certeza e prescreveu alguma medicação que, certamente, não diminuiria a doença, mas aumentaria a esperança do velhinho. Receita na mão, antes de sair, o paciente fez um pedido inusitado:
— Doutor, o senhor gosta de escrever , não é ?
O médico , que produzia esporadicamente alguns textos para a imprensa local, confirmou:
— É , vez por outra eu escrevo umas potocas sim, seu Pedro!
— Pois é, vou pedir um favor : escreva sobre a Maria Fumaça !
O profissional, polidamente, prometeu fazê-lo, mesmo sabendo que o compromisso fazia-se apenas um ato de educação, uma promessa dessas que os políticos firmam no palanque: afirmam como sem falta e faltam como sem dúvida. O médico seguiu sua via crucis: o atendimento interminável de pacientes, com aquela sensação de quem tentava esgotar um olho d´água. Tardizinha, voltando para casa estafado, lembrou , estranhamente, da reivindicação do ancião e pôs-se a imaginar as razões possíveis e ocultas daquilo que soara quase como o último desejo de um condenado. Por quê a Maria Fumaça ?
O trem terá sido o primeiro transporte de massa de acesso a todas as classes sociais. Como uma serpente enorme varava os sertões, levando na barriga pessoas, sonhos, ilusões. Trazia ainda mantimentos, as notícias , as cartas e as últimas novidades dos mais distantes rincões. Imaginem o encantamento que causava no caboclo que observava seu porte gigantesco e seu “café-com-pão” interminável. E a estridência do apito agudo, nos ermos campos de outrora? A fumaça que esvoaçava da chaminé, como se fora o dragão de São Jorge? E mais: a possibilidade de transportar cada passageiro em busca do sonho mais inalcançável? A Maria Fumaça deu asas ao matuto e tornou viável o destino cosmopolita do cearense. Desde que seu apito ecoou pela primeira vez na pradaria , o caboclo descobriu definitivamente que esse mundão não tem cancela. Há a possibilidade de ser infeliz em muitos lugares diferentes. Se é tão difícil mudar a história da humanidade, o trem nos deu a condição de alterar ao menos a geografia.
Na iminência de empreender uma longa viagem, compreendeu, por fim, o doutor, a visão da Maria Fumaça serpenteando os campos sertanejos trazia consigo um alento, uma tranqüilidade quase que etérea. O trem que partiu, um dia retornará, inevitavelmente, trazendo no seu matulão novas esperanças e bons augúrios. E lépido e fogoso um rapazinho saltará na mesma plataforma em que um dia o velhinho alquebrado embarcou, apenas com passagem de ida, com destino ignorado e sem imaginar que todas as estradas terminam sempre na mesma estação.

J. Flávio Vieira

PCdoB na TV: o partido que “joga para o Brasil vencer” – Portal Vermelho

PCdoB na TV: o partido que “joga para o Brasil vencer” – Portal Vermelho

“O partido do socialismo. Há 89 anos jogando para o Brasil vencer.” É assim que o PCdoB se apresentou em rede nacional, na noite desta quinta-feira (24), durante a exibição de sua propaganda partidária. Nesta sexta-feira, 25 de março, o Partido completa 89 anos.

Por André Cintra


O programa – com dez minutos de duração – foi ao ar às 20 horas nas emissoras de rádio e às 20h30 nos canais abertos de TV. Já as inserções partidárias de 30 segundos serão veiculadas de 26 de março a 2 de abril, ao longo da programação das emissoras.

Prestes a completar seu 89º aniversário, o PCdoB, fundado em 25 de março de 1922, destaca o fato de ser a legenda partidária “com mais história” e “experiência política” no país. No filme, há menções à contribuição dos comunistas em lutas históricas, como a resistência e o combate à ditadura militar (1964-1985).

Mas o foco do programa está no ciclo de mudanças aberto com a Era Lula (2003-2010) e renovado com a eleição da presidente Dilma Rousseff. É um período, segundo a propaganda do PCdoB, marcado “pela inclusão econômica e pelo combate às desigualdades”.

Em meio a imagens e alegorias esportivas, o programa lembra que o novo status do Brasil foi determinante para trazer ao país a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. O ministro do Esporte, Orlando Silva, enfatiza que grandes eventos deixam legados inestimáveis. “A Copa vai passar, as Olimpíadas vão passar, mas o desenvolvimento vai ficar!”. O programa destaca ainda o impacto social de projetos como o Segundo Tempo, coordenado pelo Ministério do Esporte.

A propaganda desta quinta-feira mostra também o êxito das gestões comunistas em cidades como Olinda (PE) e Aracaju (SE). Dirigentes e parlamentares reforçam as propostas de reformas estruturais democráticas do PCdoB, bem como seu Novo Projeto Nacional de Desenvolvimento.

“Procuramos profissionalizar cada vez mais nossos programas, para transmitir, em linguagem clara e acessível, a mensagem socialista do PCdoB”, explica José Reinaldo Carvalho, secretário de Comunicação do partido. As peças foram produzidas pelo publicitário Marcelo Brandão, sob a coordenação de Kérisson Lopes, da Comissão Nacional de Comunicação do PCdoB.

Uma libertação diária – Emerson Monteiro


Ao trilhar a senda os passos individuais, neste salão dos tesouros submersos de oportunidades intransferíveis, ainda que pretendamos fugir da responsabilidade para viver, algo cresce na raiz da gente, à medida que caminhamos. Isto são as experiências deste cinema da vida. As amostras constantes de opções e demonstrações da realização do eterno movimento nas pessoas que formam o rebanho. Multidão criteriosa de pensamentos e sentimentos fala aos nossos ouvidos segredos reveladores da missão particular desses agentes do sucesso que nós somos.
Ninguém escapa de trilhar os próprios passos. Andar em frente, cena que muda em alternativas das passadas, define bem o plano do percurso, numa estrada infinita sobre o chão comum das gerações. Esse sentido dominante envolve os aspectos da percepção humana e cala fundo na máquina de testemunhar o itinerário, propondo interpretações minhas, suas, nossas.
Durante todo tempo da jornada, os artistas espectadores do universo viajam pela vida e apresentam a si o cardápio das ações a praticar. Bem no ângulo das decisões, quando escolhemos qual caminho seguir, todos, réus e juízes das atividades, trabalham com suas próprias iniciativas. Telas e pintores fixam o gosto da criação, nos gestos que praticam, sendo, porquanto, criaturas e criadores no mesmo instante, vagando neste mar de sobrevivências diante das aparências físicas e do espaçoso desconhecido invisível.
Ditas quais palavras, grosso modo estabelecemos as culpas e elaboramos os perdões pelas faltas cometidas, aperfeiçoando o decorrer das eras no padrão definitivo que, lá um belo dia, iremos oferecer de nós às portas do Reino, dentro do processo original de tudo isto, a retornar à casa do Pai, Criador desses assuntos, causa primeira da manifestação chamada Existência, que herdamos nos lugares, papéis e produções recebidas no começo do percurso.
Por isso, querer evoluir pede efetivas providências e pulso dos que aspiram libertação do enigma continuado das histórias. A religiosidade individual, mãe de religiões dos grupos humanos em qualquer época, indica, assim, costumes bons, espíritos elevados, aspirações superiores, além da condição pura e simples de dominar as vaidades para desfazer a ilusão, no impulso libertador. Níveis amplos, conotações siderais, práticas sublimes, remédios que curam os atrasos do passado, a troco de respostas maiores e mais prudentes.
Contar essas considerações só fixadas nas plataformas da terra solicita, pois, sentimentos altivos de lutar e uma vontade forte para subir aos elevados da esperança e da fé. Espécie de técnicos da alma, os mestres falam outras linguagens; apontam renunciações e desapegos; contudo, nas ocasiões de resolver os dramas em novas tradições de si mesmo, nascem criaturas vindas do ser particular, das árvores pessoais que frutificarão durante a vida, nos dias de matéria prima e presenças permanentes em nossas mãos mágicas.

Outras palavras positivas – Emerson Monteiro


Existe uma energia em atividade que circula de pessoa a pessoa, dentro da força universal de falar. O processo de montar os significados da fala estabelece o contato dos inúmeros pensamentos, e cresce os sentimentos nascidos daquilo que as palavras em si transportam. Algo semelhante ao cultivo do solo, a plantação das espécies vegetais. Primeiro, selecionar as sementes; depois, escolher os melhores chãos, a fim de permitir futuros roçados.
Palavras ditas são pássaros soltos no céu das consciências dos que ouvem. Daí o cuidado obrigatório com que se deve trabalhar a fala durante todo tempo. Respirar, cadenciar o ritmo e distender claramente esse instinto de dizer, sob as leis da boa vizinhança. Diplomacia surgiu disso, da habilidade desenvolvida no trato das palavras entre criaturas humanas.
Por mais difícil que seja o conteúdo a transmitir, por vezes dotado de cargas emocionais carregadas de afetos e marcas, o bom comunicador descobrirá o jeito indicado de aplicar as palavras e nelas formular peças exatas, até chegar ao objetivo certo.
Passar alegria, por exemplo, requer, antes de tudo, o estado de espírito que apresente ânimo de quem queira formular os conceitos alegres e levá-los àqueles que os recebam.
Fortes impulsos do coração, sentimentos bons que vivem soltos nos territórios dos pensamentos, falam do que é bom, elaboram expressões de boa vontade, andam passo a passo junto dos aspectos felizes que envolvem a existência, em ocasiões próprias de nutrir a satisfação de ouvir, nos grupos sociais.
Sabedoras do potencial de vitalidade nos relacionamentos, as pessoas avaliam o quanto o mundo espera da boa utilização das palavras. Comentar saúde, trabalho, oportunidades, religiosidade, fé, solidariedade entre os povos, esperança dos melhores dias, estudo, crescimento das individualidades, sucesso de empreendimentos progressistas, novas chances nos dias seguintes, mensagens dos grandes mestres, histórias felizes, realizações da civilização, descobertas da ciência, andamento das instituições, honestidade, justiça, valor da dignidade, personalidades e lideranças de paz, equilíbrio da natureza, e um tanto de vivências do coração que chegam aos pensamentos e criam frases, eis as portas abertas dos bons sentimentos que geram boas palavras.
Admitir este poder disponível aos seres humanos, e utilizá-lo nas reais e constantes proporções, sem sombra de dúvidas fornecerá uma dimensão enriquecedora em termos de amizade e satisfação pessoal aos que disto façam uso. Algo tão simples, espontâneo e acessível, instrumento valioso nas mãos de todos, representa, pois, o Verbo que se fez carne e habitou entre nós, das páginas bíblicas em relação à vinda de Jesus.

Reflexão de Fidel Castro: A aliança igualitária – Portal Vermelho

Reflexão de Fidel Castro: A aliança igualitária – Portal Vermelho

Ao anoitecer do sábado (19), depois de farto banquete, os líderes da Otan ordenaram o ataque contra a Líbia. Desde então, nada poderia ocorrer sem que os Estados Unidos reclamassem seu papel irrenunciável de chefe máximo. Desde o posto de comando dessa instituição na Europa, um oficial superior proclamou que se iniciava a “Odisseia do Amanhecer”.

Por Fidel Castro Ruz

A opinião pública mundial estava comovida com a tragédia do Japão. O número de vítimas do terremoto, do tsumani, do acidente nuclear, não parou de crescer. São dezenas de milhares de pessoas mortas, desaparecidas e irradiadas. Também crescerá consideravelmente a resistência ao uso da energia nuclear.

O mundo está sofrendo as consequências das mudanças climáticas; a escassez e o preço dos alimentos, os gastos militares e o desperdício dos recursos naturais e humanos crescem. Uma guerra era o mais inoportuno que poderia ocorrer nestes momentos.

O giro de Obama pela América Latina passou para segundo plano. No Brasil, se tornaram evidentes as contradições de interesses entre os Estados Unidos e esse país irmão. Não se pode esquecer que o Rio de Janeiro competiu com Chicago pela sede dos Jogos Olímpicos de 2016.

Obama quis cortejar o gigante sul-americano. Falou da “extraordinária ascensão do Brasil” que tem chamado a atenção internacional e elogiou sua economia como uma das que crescem mais rapidamente no mundo, mas não se comprometeu nem um pouco em apoiar o Brasil como membro permanente do privilegiado Conselho de Segurança.

A presidente brasileira não vacilou em expressar sua inconformidade com as medidas protecionistas aplicadas pelos Estados Unidos ao Brasil, por meio de tarifas e subsídios, que têm constituído um forte obstáculo à economia desse país.

O escritor argentino Atilio Boron afirma que para Obama:

“…o que (…) mais interessa em sua qualidade de administrador do império é avançar para o controle da Amazônia. O requisito principal desse projeto é entorpecer, já que não pode deter, a crescente coordenação e integração política e econômica em curso na região e que foi tão importante para fazer naufragar a Alca em 2005 e frustrar a conspiração secessionista e golpista na Bolívia (2008) e no Equador (2010). Também deve tratar de semear a discórdia entre os governos mais radicais da região (Cuba, Venezuela, Bolívia e Equador) e os governos ‘progressistas’ – principalmente Brasil, Argentina e Uruguai…”

“Para os mais ousados estrategistas estadunidenses, a região amazônica, assim como a Antártida, é uma área de livre acesso, onde não se reconhecem soberanias nacionais…”

Amanhã, Obama viajará ao Chile. Chegará precedido de uma entrevista que concedeu ao diário El Mercurio, publicada ontem, domingo (20), na qual confessa que o “Discurso para as Américas” – assim o qualifica – se fundamenta em uma “aliança igualitária” com a América Latina, que quase nos deixa sem fôlego ao relembrar “A Aliança para o Progresso” que precedeu a expansão mercenária de Playa Girón.

Obama confessa textualmente:

“Nossa visão para o hemisfério (…) se baseia no conceito de aliança igualitária que tenho perseguido desde que assumi a Presidência dos Estados Unidos.

“Também terei como foco áreas específicas nas quais podemos trabalhar juntos, como o crescimento econômico, a energia, a segurança cidadã e os direitos humanos”.

“Essa visão”, pontuou, tem por objetivo “melhorar a segurança comum, expandir oportunidades econômicas, assegurar um futuro energético limpo e apoiar os valores democráticos que compartilhamos”.

(…) “promover um hemisfério seguro, estável e próspero, no qual os Estados Unidos e nossos aliados compartilhem responsabilidades em assuntos chave, tanto em nível regional como global.”

Tudo como se pode apreciar maravilhosamente belo, digno de se enterrar como os segredos de Reagan, para publicar em 200 anos. O problema é que, como informa a agência DPA, segundo sondagem realizada pelo diário La Tercera, “em 2006, 43% da população chilena rechaçava as centrais nucleares”.

“Dois anos depois do rechaço, subiu para 52% e em 2010 chegou a 74%”. Hoje, depois do que aconteceu no Japão, alcança “86% dos chilenos…”

Faltaria fazer somente uma pergunta a Obama. Levando em conta que um de seus ilustres antecessores, Richard Nixon, promoveu um golpe de Estado e a morte heroica de Salvador Allende, as torturas e o assassinato de milhares de pessoas, o senhor Obama pedirá desculpas ao povo do Chile?

Fidel Castro Ruz
20 de março de 2011
20h14

Fonte: CubaDebate
Tradução de Fabíola Perez

Discurso breve – Emerson Monteiro

E se abandonar às palavras, assim como, irresponsavelmente, os porcos vocacionados se jogariam a fétidas lamas dos chiqueiros dos invernos extremos; e os burros a pedras esfumaçadas e quentes das bagaceiras, logo depois que largaram, ainda suados e trôpegos, cangalhas fedorentas nas quais nutriram a glória durante todo o dia inteiro, no caminho exaustivo do corte ao engenho, transportando as canas de moagem eterna. Uma disposição total e absoluta das puras evidências e circunstâncias. Um parto sem a dor inconveniente das razões, de jogar lá fora todos os fardos e entraves das limitações humanas que totalizaram as misérias da alma e encheram de rabugice o porão das pretensões do que comportaria o viveiro das fantasias.
Nesse passo constante de frases, vêm as primeiras respostas do vento, o aviso de retorno à simplicidade original perdida na civilização do universo aparente das diárias ilusões. Chamar a si o mérito dessa culpa que corrói as entranhas da multidão desenfreada, na busca da sobrevivência a qualquer preço. Uma fome geral de poder no complexo dos impérios mundiais, que só constrange quase a caravana inteira, troco do ouro encardido disputado da própria terra comum, sem dó nem piedade, na febre do desespero.
Chegar pedindo o que sabe ninguém tem a oferecer; chegar impondo caridade a quem nunca dela conheceu das mãos poderosas dos gigantes do Norte. Introduzir agulhas finas em veias secas ocidentais, espoliadas, numa salva de prata revestida com pedras dos melhores diamantes africanos sujos de sangue.
Bom, estas palavras refletem apenas inscrições nas paredes artificiais da fama. Uns trapos de notícias a percorrer imensamente os ares internacionais, no sabor das mudanças impostas aos governos das propagandas hostis. Isso de ouvir nos céus os telegramas das agências, à procura de sentido em vastas academias de homens ricos a dominar o Planeta envilecido, marca, com forte palidez, a ordem econômica constituída de pessoas a enganarem a si mesmas, quando os reis nus da história desfilam nos carros abertos pelas avenidas principais.
Querer o que, depois de guerras monumentais, se transmitiu em formato de lealdade, bondade, à hora do repasto das feras, na praça principal, aos olhos frios dos chefes de tribos e inertes personagens, comandados a custo das assembléias de um só. Já tivemos vários sonhos de união, quando o lobo pastará vizinho do cordeiro, nas luzes de amizade permanente. Quando cores simbolizarão valores e sentimentos bons de criaturas reunidas para celebrar fertilidade e o direito harmonioso das espécies, sem elites superiores.
O discurso autêntico dos corações enamorados em cerimônia de núpcias, que convida o rebanho ao cio das almas que alimentam a multiplicação dos pães sem privilégio, longes das caretas das barrigas vazias e dos braços crônicos do desânimo. A palavra das verdades eternas de justiça, amor e paz, espalhadas neste vasto laboratório das felicidades estabelecidas, na visão democrática das massas, território ideal de plantar a boa semente viva da certeza.

CANDIDATOS A JUDAS 2011

11ª FESTA POPULAR DA MALHAÇÃO DO JUDAS 2011 – CRATO-CE
“CONVENÇÃO MUNICIPAL DO JUDAS”


CRATO APRESENTA CANDIDATOS A JUDAS 2011


A
Festa Popular da Malhação do Judas, realizada pela Sociedade Cariri das Artes e Cia. Cearense de Teatro Brincante, em parceria com a Prefeitura Municipal do Crato através da Secretaria Municipal de Cultura, é uma das mais significativas ações de resgate, preservação e desenvolvimento da cultura tradicional popular.

Segundo Cacá Araújo, idealizador e coordenador do evento, a realização da 11ª Festa Popular da Malhação do Judas reeditará o êxito das anteriores (2001, 2002, 2003, 2004, 2005, 2006, 2007, 2008, 2009 e 2010) e continuará a preservação de uma tradição secular que se funde com o surgimento da civilização nordestina e brasileira, que herdou dos povos medievais os ritos, festas e cerimônias católicas que trazem consigo um caráter “sacro-profano”. É a reconstrução de imagens que contribuirão para o resgate e fortalecimento da memória histórico-cultural do nosso povo.

Nesta edição, consolida o caráter democrático de promover amplo debate sobre questões importantes da vida do povo. Um Colégio Eleitoral elaborou a lista de candidatos a Judas, que será submetida a votação pública no período de 23 de março a 1º de abril de 2011, com urnas espalhadas em vários pontos da cidade do Crato e da região do Cariri.
 

CANDIDATOS ESCOLHIDOS PELO COLÉGIO ELEITORAL DO JUDAS:

MUAMMAR KADAFI
– Presidente da Líbia, é um dos principais responsáveis pela instabilidade política internacional; ditador; tirano; terrorista; assassino de seu próprio povo (22 indicações).

POLITICUS HYPÓCRITAS CORRUPTUS
– Mentirosos, enganam a população, traindo a confiança do eleitorado; são nocivos ao nosso desenvolvimento (16 indicações).

SUS – Serviço precarizado, nunca serve decentemente ao povo; é incapaz de atender com eficácia, o que provoca um caos na saúde (12 indicações).

OS PARAQUEDISTAS NOS TEMPOS DE ELEIÇÃO
– A cidade do Crato não tem voz nos parlamentos estadual e federal. Candidatos alienígenas recebem o voto, conseguem eleição e fogem do compromisso assumido com a nossa população. Paraquedistas nunca mais. Uma quimera! (10 indicações).

TISSUNAMINUS EXTERMINÓDIUM
– O terror da natureza contra os erros humanos, a supervalorização do poder econômico e o descaso com a segurança, a vida e a paz mundial (10 indicações).

Crato-CE, 20 de março de 2011.

Cacá Araújo
Professor, Folclorista e Dramaturgo
Diretor da Cia.Cearense de Teatro Brincante
Coordenador Geral

Lutar pelo avanço no governo Dilma e fortalecer o PCdoB – Portal Vermelho

Lutar pelo avanço no governo Dilma e fortalecer o PCdoB – Portal Vermelho

Reunido neste sábado e domingo (19 e 20), o Comitê Central do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) aprovou quatro resoluções, uma sobre a situação política do país, outra sobre a política econômica e duas a respeito do ano de comemorações dos 90 anos do PCdoB, que serão completados em 2012. Confira abaixo a íntegra da resolução política e os links para os demais textos.

Resolução política: Lutar pelo avanço no governo Dilma e fortalecer o PCdoB

A direção nacional do PCdoB examina os primeiros movimentos do governo da presidenta Dilma Rousseff. Apresenta ideias e opiniões referentes aos obstáculos e dilemas que o governo terá de superar para realizar a desafiadora missão de conduzir o país a uma nova fase do projeto nacional de desenvolvimento. A direção do Partido, também, com base no diagnóstico sobre o atual estágio de construção da legenda dos comunistas, aponta diretrizes para que o PCdoB esteja à altura “das lutas do presente e dos desafios do futuro”. Finalmente, firma as tarefas do Partido para responder às demandas da luta política em curso.

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O novo governo de Dilma Rousseff

O governo da presidenta Dilma está no seu início. Ele provém do governo Lula, é continuidade dele, mas ao mesmo tempo é um governo novo e, como tal, tem sua própria dinâmica e peculiaridades. Qualquer análise consistente sobre seus primeiros movimentos e perspectivas deve ter em conta essas referências. O PCdoB apoia e luta pelo êxito do governo Dilma e dele faz parte. Considera que, com base nas realizações e conquistas dos últimos 8 anos, na força da ampla base política e social que o sustenta, e na liderança e no perfil político progressista da presidenta Dilma Rousseff, é possível cumprir o compromisso assumido com o povo de “continuidade e avanço”.

A oposição, por sua vez, ainda não se refez da derrota sofrida. Está sem bandeiras e fragmentada. E mais: parcelas dela ou são neutralizadas ou puxadas pela ação centrípeta da coalizão governista. O PCdoB vê neste fenômeno uma reserva indireta das forças democrático-populares. Um fato benéfico que deve ser incentivado.Todavia, as dificuldades da oposição não são para sempre e nem podem ser absolutizadas, pois contam com grandes meios de comunicação e eles continuam sendo sua grande trincheira.

O êxito do governo é realizável e sua vitória, na visão dos comunistas, deve ter como resultante o avanço do Projeto Nacional de Desenvolvimento, que deve passar para uma nova fase com exigências inéditas e crescentes. Ir avante significa elevar a soberania nacional e manter a política externa altiva e independente; ampliar a democracia política e a democratização da sociedade; incrementar os investimentos e a produção, robustecer a infraestrutura; impulsionar o progresso social e a distribuição de renda; e acelerar a integração solidária da América Latina.

Contudo “avançar” pressupõe embates políticos e luta de ideias que expressam interesses contraditórios na composição da aliança e que se refletem dentro do governo. Há, também, fortes pressões dos derrotados e da grande mídia conservadora para que o governo adote um forte ajuste fiscal, cortando gastos de custeio e investimentos, paralisando obras, arrochando o salário dos trabalhadores e funcionários públicos. Seria o caminho mais curto para o Brasil deixar de crescer e entrar em recessão. Por isso, essa receita nociva deve ser rejeitada e combatida. Nesse sentido causa preocupação as medidas de ajuste fiscal anunciadas pelo governo que restringem a capacidade de ação de vários ministérios e debilitam o processo desenvolvimentista.

Está colocado um grande desafio para o país obter um crescimento maior: fugir às armadilhas montadas pela crise sistêmica global e proteger a economia e a moeda nacionais com medidas efetivas, evitando a continuidade da valorização do Real, e elevar progressivamente a taxa de investimento.

Para atuar sobre o câmbio é necessário que se estabeleçam limites e prazos para a entrada e saída de dólares – inclusive remessas de lucros e dividendos –, a exemplo do que tem sido feito em vários países do mundo. Ao lado disso, é necessário que se pratique uma taxa de juros semelhante à da média dos países emergentes para que o Brasil deixe de ser um atrativo especial para o capital especulativo. Em síntese, administrar efetivamente as flutuações do câmbio e baixar os juros.

O Brasil precisa sair do ciclo vicioso, perverso, de manter os níveis dos preços em equilíbrio, sem a ocorrência inflacionária, por meio de uma fórmula única e pétrea: a recorrente alta de juros e manutenção do câmbio sobrevalorizado. Nenhuma economia na história contemporânea se desenvolveu durante longo tempo a índices elevados com regime de juros altos e câmbio sobrevalorizado. Ou seja, a discussão do redirecionamento da política macroeconômica está na ordem do dia.

Esta situação sendo mantida nas condições atuais pode provocar o desaquecimento da economia e a quebra da cadeia industrial, ou mesmo a desindustrialização. A experiência dos últimos anos demonstrou que a economia brasileira tem deslanchado com a ampliação do crédito, a elevação real dos salários (sobretudo do salário-mínimo), a elevação do consumo das famílias e o aumento da taxa de investimento.

Nesta perspectiva é necessário que a ampla e heterogênea base política consolide convicções em torno de medidas que garantam um desenvolvimento sustentável e contínuo. E que se compreenda que esse é um governo de coalizão que não pode ser dirigido por práticas exclusivistas.

O empenho do PCdoB e das demais forças políticas e sociais de esquerda e democráticas pela vitória deste projeto se justifica pelo alcance histórico que representa. No curso da luta política nacional e no âmbito de um mundo sob a égide de uma grande crise capitalista, realizar progressivamente o conteúdo e as bandeiras de um Novo Projeto Nacional poderá fazer do Brasil um país soberano, democrático, socialmente avançado e solidário. Para o PCdoB, isso representa acumular forças, abrir e sulcar o caminho rumo a um novo estágio de progresso da Nação que somente o socialismo é capaz de proporcionar.

Um partido à altura das lutas do presente e dos desafios do futuro

Diante deste cenário, é preciso dar qualidades ao Partido para melhor capacitá-lo a impulsionar o governo na realização do Projeto Nacional de Desenvolvimento. Ao enfrentar esse desafio ele se reforça com novos atributos e poderá progressivamente alcançar os meios e as condições para acumular forças visando a seus objetivos maiores.

Desde o 10º Congresso partidário, realizado em 2001, se buscou conceber os fundamentos para uma nova política de organização. A Política de Quadros aprovada em 2009 no 12º Congresso contém a sistematização da construção do PCdoB em doze anos de trabalho. Elaboração e prática, lições recolhidas deste labor continuado, proporcionaram a renovação da linha organizativa. Ela aponta concepções e diretrizes que norteiam a estruturação do partido como um todo, o funcionamento e o papel de sua direção e a retomada dos esforços por uma militância mais extensa constituída desde a base. Ordena a construção de um Partido Comunista de quadros e de massas de militantes e filiados para responder às exigências de nossa época. Um partido que se tempere via uma contínua expansão de sua força.

Alicerçado nestes fundamentos, é imperativo reforçar o sentido estratégico da luta do PCdoB, dado pelo Programa, a identidade socialista do Partido e seu caráter transformador, isto é, um partido concebido como instrumento das mudanças e da revolução. Na contemporaneidade, ele é chamado a alcançar significativos resultados eleitorais e, ao mesmo tempo, maior inserção e representação social; crescente presença e ação nas lutas das massas; direções relativamente estáveis e coesas. Simultaneamente isso exige demarcar as fronteiras que distinguem o caráter militante do PCdoB, a unidade das direções e permanente crescimento de uma militância consciente, combativa e disciplinada e organizada desde as bases de forma mais extensa e duradoura.

Finalmente, A Política de Quadros firma um princípio sobre o qual se erguem os fundamentos elencados: o Partido é uma condição indispensável para as vitórias almejadas e fator decisivo para consolidá-las. Sem um partido forte as vitórias são improváveis e os êxitos efêmeros.

As Tarefas do Partido:

1) Construir um projeto eleitoral para 2012 que resulte no avanço da acumulação eleitoral do Partido.

Constituir o plano político 2011-2012 nos 26 Estados e no Distrito Federal. No plano eleitoral, o PCdoB deve agir desde já com protagonismo político para articular um campo de alianças, estabelecer objetivos avançados e exequíveis de disputas majoritárias e buscar coeficiente eleitoral nas eleições a vereadores com chapas próprias. Em cada estado, objetivos prioritários precisam ser estabelecidos. Os comitês estaduais devem enviar tais planos até 9 de abril, numa primeira aproximação, para exame da direção nacional.

2) Mobilizar o movimento sindical, social e popular em função de seus anseios, em conjunto com a luta política que impulsione o governo no sentido do avanço democrático, nacional e popular.

É preciso consolidar no Partido a convicção sobre o relevante papel dos movimentos sociais para aumentar sua inserção nas lutas do povo e dos trabalhadores e fortalecê-las. Para isto é determinante a constituição de Fóruns Estaduais de Movimentos Sociais do PCdoB. E continuar o trabalho para melhorar e aumentar a atuação do movimento sindical dos trabalhadores com o empenho para fortalecer a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) nacionalmente e em todos os estados.

Deve-se persistir na Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS) e no Fórum das Centrais Sindicais como espaços prioritários de atuação dos movimentos sociais, buscando construir unidade de ação dessas duas iniciativas para viabilizar jornadas amplas de luta dos trabalhadores e do povo. Nesse sentido, a CMS e o Fórum das Centrais estão formulando uma agenda unificada de mobilização para o próximo mês de junho.

Noutro plano, é importante a participação nas conferências de Políticas Públicas com destaque para: esporte, juventude, saúde, cidades, mulheres.

Neste ano serão realizados congressos de importantes entidades de massas. O Partido deve continuar dando-lhes apoio e empenhar-se para que sejam impulsionadas por políticas que as fortaleçam. O calendário básico é o que segue. Maio: Congresso da Confederação Nacional das Associações de Moradores (CONAM); Julho: Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE); Novembro: da União de Negros pela Igualdade (UNEGRO); Junho: Congresso da União Brasileira de Mulheres (UBM); Novembro: Congresso da União Brasileira de Estudantes (UBES).

Por fim, no dia 20 de março está convocada pela Assembleia Mundial dos Movimentos Sociais, ocorrida durante o Fórum Social Mundial, a realização de um dia de mobilização global que no Brasil coincidirá com a visita do presidente dos Estados Unidos da América, Barack Obama. A CMS organizará um ato pela paz e contra as investidas bélicas do imperialismo.

3) Divulgar, defender o Programa Socialista e por ele se orientar

O Programa Socialista é a base da unidade de ação de todas as organizações do PCdoB e de seu coletivo de militantes e filiados. Seu conteúdo orienta a prática cotidiana e a vincula com o objetivo maior do Partido. Tem este atributo porque trouxe a luta pelo socialismo para o chão pulsante do presente.

Por um lado, assimilar, divulgar o Programa é avivar a identidade do Partido cujo traço distintivo é sua missão histórica da conquista revolucionária de uma nova sociedade. Por outro, subestimá-lo, ou“engavetá-lo”, resulta em rebaixar o papel do Partido e seu próprio significado. A expansão que reforça sua identidade é a que resulta na convicção e no compromisso do conjunto de seus integrantes com o Programa Socialista.

Desse modo, as tarefas a ele consoantes devem adquirir um grau de importância elevada. Para isso, o primeiro passo é difundi-lo para o universo de quase 300 mil filiados. Estudá-lo e defendê-lo é imperativo a todo militante. As organizações partidárias têm a responsabilidade de realizar cursos, sessões de leitura, estudos e debates para que se consiga esta meta. Simultaneamente, é preciso disseminá-lo para o povo em larga escala por diferentes meios e veículos. Todo organismo partidário, todo militante, deve ter a quantidade necessária tanto do texto integral quanto da versão em “Gibi”, conforme o público a que se destina a divulgação. A internet deve ser usada com versatilidade. E em breve estará disponível um audiovisual do Programa Socialista que irá potencializar sua difusão.

Uma nova cultura partidária de como lidar com o Programa terá de ser desenvolvida. Entendê-lo como uma “arma” que deve ser utilizada de forma viva e criativa no cotidiano das atividades de cada organismo, de cada militante e filiado.

4) Fortalecer e expandir o Partido: Reforçar os Comitês Estaduais, fortalecer os comitês intermediários, e organizá-lo e mobilizá-lo desde a base.

No plano da construção partidária, formular objetivos para uma campanha de filiação em reforço às perspectivas apontadas e de maior expressão partidária junto à sociedade, em vistas de ampliar as bases sociais e eleitorais do PCdoB e caminhar rumo a 400 mil filiados até as eleições de 2012.

Definir pauta e agenda das conferências estaduais, precedidas das conferências municipais. Elas serão palco fundamental da política de quadros aprovada no 12º Congresso e da luta por um revigoramento da vida militante mais estruturada e definida, principalmente nas capitais e grandes cidades, como suporte ao projeto político.

Nova onda de reforço do papel e autoridade dos Comitês Estaduais como centro da condução da vida partidária no estado, sustentado e apoiado por todos. Fortalecer decididamente os comitês intermediários do partido para reforçar a estruturação e mobilização partidária desde a base. O 7º Encontro Nacional convocado será alavanca inédita para isso, ao lado do reforço dos fóruns de macrorregião em todos os estados. Constituir fóruns de quadros médios e de base como suporte ao papel dos comitês municipais e auxiliares, como pivôs da estruturação militante mais extensa e definida desde a base.

Mobilizar o coletivo partidário para assegurar o êxito da 2ª Conferência Nacional do PCdoB sobre a Questão da Mulher que em breve será convocada.
Renovar a aplicação da Carteira Nacional Militante (CNM) como base para maior compromisso militante e exercício dos seus direitos e deveres na vida partidária.

5) Lutar pelas reformas estruturantes do Programa Socialista que compõem o esforço de democratização da sociedade: a política, educacional, tributária, agrária, urbana, meios de comunicação e fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), da seguridade social e segurança pública.

No caso da reforma política, batalhar para que seja ampla e que tenha como objetivo ampliar e aprofundar a democracia e não restringi-la como quer o conservadorismo. Uma reforma que assegure o pluralismo partidário, resguarde o sistema proporcional, fortaleça os partidos e amplie a liberdade política; implante um novo sistema de representação político-eleitoral com financiamento público de campanhas e voto em listas partidárias. Uma reforma que amplie e institua formas de democracia participativa e direta, além da representativa e combata a renitente investida para golpear o pluralismo político e partidário, base do sistema democrático brasileiro.

6) Batalhar pela aprovação de um Código Florestal que resulte no equilíbrio entre produção e preservação e cujo conteúdo seja favorável ao incremento de um Novo Projeto Nacional de Desenvolvimento.

7) Ampliar decididamente os meios financeiros e materiais para a sustentação das atividades políticas e projetos do Partido.

Com base no Programa, nos princípios e com procedimentos legais inquestionáveis, é necessário elevar a política de arrecadação e finanças a um novo patamar com profissionalização e planejamento. A contribuição militante de diferentes formas precisa ser incentivada e expandida e a ela devem se somar com destaque as novas possibilidades politicamente legítimas advindas do protagonismo do Partido no cenário nacional e regional.

São Paulo, 20 de março de 2011

O Comitê Central do Partido Comunista do Brasil – PCdoB

HOJE ! – Programa MÚSICA INESQUECÍVEL – Com Dihelson Mendonça – Segunda-Feira, das 14 às 15:00 – Rádio Educadora do Cariri


Todas as Segundas-Feiras, das 14:00 às 15:00. Não percam !


Os maiores Sucessos de Todos os tempos!

Hoje o programa Música Inesquecível faz uma homenagem aos chamados compositores e intérpretes populares, atendendo às inúmeras solicitações que nos chegam dos ouvintes, através de e-mails e telefonemas. Músicas de Paulo Sérgio, Antonio Marcos, Eduardo Araújo e intérpretes como Nélson Gonçalves, Moacir Franco, Altemar Dutra e muitos outros estão no programa que começa às 14:00 pela Rádio Educadora do Cariri. Portanto, fiquem ligados para mais uma edição do MÙSICA INESQUECÍVEL. Todas as segundas-feiras, das 14 às 15h trazendo os maiores sucessos de todos os tempos.

O programa pode ser escutado pela internet através do site da Rádio Educadora do Cariri e dos inúmeros sites que fazem parte da Rede Blogs do Cariri, como Blog do Crato, Cariricaturas, Cariri Agora, Cariricult, Cultura do Cariri, e da própria Rádio Chapada do Araripe Internet:


Apresentação: Dihelson Mendonça

Trabalhos Técnicos: Iderval Silva
Apoio: Rádio Educadora do Cariri