Arquivos mensais: agosto 2010

Coletivo Camaradas aciona OAB e Justiça Eleitoral contra poluição visual

Justiça Eleitoral e OAB já estão com fotos da poluição visual gerada pelos candidatos nas praças da cidade Crato.

Na manhã desta ultima segunda, dia 30, o Coletivo Camaradas encaminhou ao juiz da 27ª Zonal Eleitoral, Antonio Wandeberg Francelino Freitas e ao presidente da subsecção da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB Crato, Fabrício Siebra Felício Calou documento que alerta sobre a poluição visual provocada pelos candidatos dos diversos partidos políticos e coligações nas praças da cidade do Crato, através da colocação de cavaletes com imagens eleitorais.

O fato vem gerando insatisfação na população. Algumas placas impedem a livre circulação dos transeuntes, já outras atrapalham a visibilidade dos motoristas. De acordo com o documento encaminhado a Justiça Eleitoral os “camaradas” afirmam “entendemos que a colocação indiscriminada destes cavaletes na cidade e em especial nas praças vem gerando insatisfação e prejudicando a livre circulação dos transeuntes, dificultando a visualidade dos motoristas e produzindo uma enxurrada poluitiva. Sem contar que, como o caso não é localizado, isso gera uma incalculável degradação ambiental, tendo em vista, a quantidade de madeiras e papeis gastos com essas ações na época eleitoral, em outras palavras, representa a derrubada da vegetação brasileira”

O grupo solicita que o documento encaminhado a Justiça seja enviado aos partidos e coligações com o intuito de tornar pública a insatisfação dos eleitores. O documento entregue na OAB sugere uma tomada de posição em relação à questão.

O documento foi encaminhado a Justiça Eleitoral e a OAB, após o Coletivo teve realizado a intervenção urbana denominada “Ação Poluição” que consistiu na colocação temporária de cavaletes com a inscrição “Ação Poluição” ao lado das imagens do candidatos e registro fotográfico, o qual foi disponibilizado virtualmente. Nos documentos entregues pelo Coletivo Camaradas foi anexado o registro da fotográfico da ação que consta de mais de 200 fotos em praças da cidade do Crato.

O ser e o tempo são só um – Emerson Monteiro

O homem e a hora são um só
Quando Deus faz a história é feita.
O mais é carne, cujo pó
A terra espreita.

Fernando Pessoa

Um, o seu outro lado; outro, o inverso de si mesmo. A integração absoluta do objeto no sujeito que perfaz do todo a face única, indivisível. O tudo e o nada numa unidade essencial e pura, uma unidade que mergulha o mistério do ser, reunindo a um só instante o tempo que resta e o bloco das consistências infinitas que um dia principiaram a ser, nas marcas de formas trabalhadas no confronto do dois em só uno e pronto, atritar persistente de esferas a rolar no abismo da eternidade, ao sabor do destino.
Predissessem limites e reflexos vazios contornariam a fronteira das marés, nos continentes dos mares, nos rios, linhas imaginárias de traços inevitáveis, porém vagos e inúteis, meras ficções de lábios rotos e gargantas secas entre terra e água. Pontos soltos a desenhar os céus com traços invisíveis, estridentes sonhos da inexistência, somas vultosas subtraídas e esquecidas em porões escuros de naus malassombradas, desaparecidas na bruma dos segredos.
Isso de perguntar da filosofia, nas questões reflexivas de alta profundidade, quer-se crer adiamento dos encontros definitivos com a sorte das estradas desertas, nas cinzentas, frias e ausentes madrugadas de prenhes de respostas contundentes, pois estas foram ali postas, dadas em graves acentos de bocas escancaradas e momentos de furor.
Ninguém alegue, pois, desconhecimento da lei depois das pistas avermelhadas de fogo e sangue prescritas nas alvoradas, tramas do reluzir das pedras. À ponta da língua do pensamento vêm e vão golfadas de sinais da solução do enigma, nas perguntas da vida. Desconfiados de que sabem a derradeira expressão da história futura, bichos arrastam os ossos ressequidos em caudas poeirentas pelo do deserto da existência, reluzentes lagartos de vaidade agressivas preocupações, quais teimosos animais de carga feridos nas vistas diante das claridades da luz.
Alimárias encandeadas, percorrem as trilhas toscas, aprofundadas no pisar das gerações, e andam aos tombos, formigas cambaleantes soltas no vento feitas folhas de árvores fantasmagóricas, sacrossantas miragens da adoração das tribos impacientes de antigamente. Pavios acesos e olhos apagados, o tropel das massas invade o território santo em blocos repetitivos, ao som dos trovões monumentais que quase ecoam sem final, às paredes metálicas de cordilheiras de fumaça.
Nas tripas enoveladas das entranhas, assim, dos tenebrosos monstros entontecidos ao zumbir do enxame feroz de insetos arcaicos atiçados de propósito pelas presas nas teias do pensamento, a dúvida de dentro seriam as dúvidas de fora, valor exclusivo das espécies individuais. Embaixo e no alto. Fora e dentro. Túnica sem costura. Essência de coisa em si e sujeito próprio de todos criador. Pomo particular e pronto.

Boa música no Salviano Arraes – Emerson Monteiro

Na noite deste domingo (29 de agosto), os cratenses foram brindados com a apresentação musical dos cantores e compositores cearenses Marcos Lessa e Aparecida Silvino, que moram em Fortaleza. No auditório Salviano Arraes, acompanhados por Ibergson Sobreira, Lifanco, Francisco Silvino e Célio Lessa, em ocasião das mais inspiradas, os músicos ofereceram ao bom público que compareceu ao espetáculo um repertório primoroso, com a influência da melhor MPB.
Numa alternativa de qualidade pelo bom gosto da arte oferecida, momentos assim propiciam o encontro dos aficcionados por estilo musical refinado que, de certeza, tem admiradores em toda a Região.
A música oferecida pelos dois compositores e o modo informal com que se desenvolveu o show puseram em dia o bom gosto do Cariri, nesta fase da história artística brasileira que deixa um tanto a dever em relação aos tempos áureos de nossa música.
Os espectadores que se deslocaram ao Cine Teatro Moderno, cheios de satisfação, aplaudiram de pé o raro momento propiciado nessa noite de final de semana em Crato, numa produção que teve o patrocínio da Secretaria Municipal de Cultura.

Um pouco da História dos Festivais de Música!

Estão abertas as inscrições para um dos maiores eventos da música do Cariri Cearense, o festival Cariri da canção!


Estarão abertas as inscrições para o festival Cariri da Canção da fase estudantil e nacional até o dia 30 de setembro de 2010!

 *Na sua terceira edição, o Festival Cariri da Canção se consolida como um dos eventos mais ricos e audaciosos da música Cearense, um resgate aos marcantes e históricos festivais aqui realizados na década de setenta e oitenta, fato que contribuiu para tornar nosso Crato cidade da cultura.

Janinha Brito

Por: Rosana Xenofonte
Os Festival de Música Popular Brasileira foi um gênero de programa, competitivo e musical, apresentado por várias emissoras de televisão brasileiras (TV Excelsior, TV Record, TV Rio, Rede Globo) a partir de 1965 até 1985.Os Festivais tiveram seu auge de popularidade na década de 60, mais precisamente entre 1966 e 1968, período considerado como a “era de ouro dos festivais” e levaram multidões aos audítórios e ginásios.
Nessa época começaram a surgir protestos das áreas ligadas à cultura e a conscientização popular aumentou. Na musica os artistas sentiram a necessidade de compor canções de cunho social e assim usaram os festivais que foram a mais brilhante fase da nossa música. Por eles passaram compositores da grandeza de Tom Jobim, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Chico Buarque, Milton Nascimento, Edu Lobo, Geraldo Vandré, Toquinho, Paulo César Pinheiro… Também não foram poucos os intérpretes que chegaram ao sucesso pela via do vestibular dos festivais. Elis Regina, Jair Rodrigues, Os Mutantes, Gal Costa, Amelinha são alguns dos intérpretes, que se arriscaram a levar as mesmas vaias, ovos e tomates que despertaram a ira de Caetano, tudo em busca de um lugar ao sol no cenário da MPB.
Nesses festivais conseguiram reunir e lançar a nata dos novos compositores do país, o que só fez crescer o status de seus participantes. Isso nos mostra que os festivais de música popular são importantes para o processo de formação da música popular brasileira. Mas por onde andam os festivais?
O Crato foi palco de um dos maiores festivais da Canção acontecidos no Brasil. Na década de 1970, os festivais de música realizados na cidade do Crato marcaram época e, por isso, até hoje são lembrados e cobrados pela população.
Não se trata de mero saudosismo, mas de um consenso acerca da importância de eventos dessa natureza como um imprescindível instrumento para o engrandecimento da cultura musical local, regional e nacional. Foi trilhando festivais em terras cratenses, que despontou toda uma geração de músicos e compositores que, ainda hoje, são referências da arte e da música caririense, como Abidoral e Pachelly Jamacaru, Cleivan Paiva, Luiz Carlos Salatiel, João do Crato, José Flávio Vieira, Luís Fidélis, Stênio Diniz, Rosemberg Cariry, Geraldo Urano e muitos outros. Nos anos 90 tivemos 04 edições do CHAMA – Chapada Musical do Araripe evento que impulsionou a realização de outros grandes festivais.
A valorização dos artistas locais, regionais e nacionais, a divulgação dos novos talentos, a impulsão à produção de músicas de qualidade, e a reeducação de nossos jovens no gosto pela boa música, são o combustível maior para que realizemos o Festival Cariri da Canção que nasceu em 2008 com o sentimento determinado de engrandecer o intercâmbio na criação da arte da música; trazendo, mostrando, trocando experiências e talentos, novos e experientes; traduzindo-se em seus dias de realização como uma das maiores iniciativas na direção do fortalecimento do Turismo Cultural e de Conhecimento do Nordeste.
O Festival Cariri da Canção, em sua edição 2010, reunirá a partir de uma programação plural, dinâmica e universal, personalidades locais, regionais e nacionais, do mundo da música, promovendo o intercâmbio e ações que contribuirão para um dos maiores eventos de nossa região.

FONTE:http://festivalcariridacancao.blogspot.com


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Luthier do Ceará participa de evento na França para prospectar negócios


O multiinstrumentista cearense Di Freitas pretende vender sua produção para o mercado Europeu

Bárbara Holanda

Terra onde a riqueza da cultura popular é soberana, o Cariri do Ceará, ao sul do Estado, e a sua musicalidade pulsante atraíram o multiinstrumentista fortalezense de formação clássica Francisco Freitas – mais conhecido como Di Freitas – para uma nova vida. Há dez anos, o músico tocava em uma orquestra em Fortaleza e decidiu deixar de lado a música erudita para seguir a sua paixão: a música popular. Ao chegar ao Cariri, Di Freitas passou a dar aulas de música e como não conseguia encontrar instrumentos no local começou então a produzir autodidaticamente instrumentos musicais, como violão caipira, rabecão, marimbau e especialmente rabeca, ou, como diria Mário de Andrade, “o violino dos homens do povo”. Tudo a partir da cabaça, fruto abundante na região, esculpido pela natureza com o formato do instrumento.

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Divulgação

Di Freitas é músico e produz uma diversidade de instrumentos musicais a partir da cabaça

“A cabaça, além de prática e econômica, possui identidade e sonoridade próprias, que tem muito a ver com a região. As rabecas de cabaça, por exemplo, possuem um timbre único, com som claro e nítido, prontas pra tocar”, explica o músico. Di Freitas conta que inicialmente a luthieria, realizada em uma pequena oficina improvisada, era apenas um hobby e os instrumentos confeccionados eram utilizados por ele, por músicos locais e pela primeira orquestra de rabecas de cabaça do Brasil, criada pelo próprio luthier. “Passei a usar as rabecas e os instrumentos que fazia para meus alunos para produzir uma música minha, que mostrassem todas as minhas influências, que misturam o erudito e o popular, e que os instrumentos também tivessem essa identidade. Dessa maneira, venho trabalhando de forma muito intuitiva e prática”, afirma.

Recentemente, Di Freitas começou a enxergar a luthieria como um negócio e passou a levar a confecção de instrumentos mais a sério. “As vendas ainda são poucas, pois é um mercado muito específico. Acredito que o grande mercado consumidor dos meus instrumentos artesanais não esteja no Brasil e sim na Europa, onde esse tipo de instrumento é valorizado por ter sido bastante produzido e utilizado em diversos períodos da história, como a Idade Média, por exemplo”.

Com essa ideia na cabeça, Di Freitas participa de 27 de setembro a 3 de outubro da 19ª edição do Festival Biarritz – Cinemas e Culturas da América Latina, na França. Ele e outro músico, Evânio Soares, do grupo Zabumbeiros Cariris, irão expor seus produtos e prospectar negócios junto ao mercado europeu. Além da França, os músicos percorrem também a Itália e a Hungria mostrando a produção musical caririense, os instrumentos, a cultura e o potencial turístico da região.

O despertar empreendedor de Di Freitas surgiu a partir da participação, a convite do Sebrae Ceará, na Rodada Internacional de Negócios do Cariri, em 2009,no município de Juazeiro do Norte, distante cerca de 500 quilômetros da capital. Di Freitas conta que na ocasião fez contatos com alguns empresários estrangeiros, mas um empresário francês, dono de uma loja de instrumentos, ficou especialmente interessado em seu trabalho. Depois de quase um ano de contatos e negociações, surgiu a oportunidade de participar do festival, que marcará o início de uma parceria comercial entre o músico cearense e o empresário francês.

“A minha expectativa é que essa parceria continue rendendo bons frutos. Pretendo profissionalizar ainda mais o meu trabalho e trazer mais gente para trabalhar junto. Porque além do negócio tem o pano de fundo cultural que essa atividade traz. É o resgate, a valorização da nossa cultura popular, que infelizmente ainda é mais reconhecida fora do país”, declara Di Freitas.

O gestor dos projetos de Cultura e Turismo do Sebrae no Cariri, Édio Callou, conta que Di Freitas e Evânio Soares participam do Projeto de Desenvolvimento da Economia Criativa da Música na Região do Cariri e receberão o apoio do Sebrae e do Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura do Ceará (Secult) no custeio de parte das despesas de deslocamento da missão técnica à Europa. “A expectativa é que essa participação abra as portas da Europa para o mercado da música e lutheria do Cariri”, explica.

Economia Criativa
O Projeto de Desenvolvimento da Economia Criativa da Música na região do Cariri começou a ser executado neste ano e representa uma ampliação e aprimoramento do atendimento do Sebrae Ceará aos segmentos empreendedores da Economia Criativa no Cariri. De acordo com Édio, as ações voltadas para o estímulo ao empreendedorismo na Economia Criativa na região tiveram início em 2003, com atividades pontuais de demandas espontâneas estimuladas por meio do Fórum de Turismo e Cultura Regional.

“A partir de 2008, o atendimento ao setor da cultura passou a ser mais sistemático através de um projeto multisetorial, envolvendo também o turismo. Em 2010, com o surgimento de um projeto setorial desenhado especificamente para atender as demandas de capacitação e formação empreendedora da cadeia produtiva da música, o Sebrae Ceará dá um novo passo para o atendimento das necessidades específicas deste complexo e crescente mercado”, afirma o gestor.

O Projeto de Desenvolvimento da Economia Criativa da Música teve início com um seminário em fevereiro deste ano, envolvendo os principais empreendedores do setor para a definição do objetivo geral, focos estratégico, ações e resultados esperados para num horizonte de três anos. Com o objetivo arrojado de ampliar a comercialização, renda e captação de recursos para os projetos e empreendimentos da cadeia produtiva da música na região, o projeto já realizou várias ações que estão contribuindo para a consolidação dos resultado.

Entre as ações estão a realização de um diagnóstico setorial; a realização do Seminário Negócios da Música, com a disseminação de informações sobre exportação de música, associativismo, produção cultural e casos de sucesso empreendedores; a realização de cursos sobre elaboração de projetos e captação de recursos para projetos culturais; um curso sobre como transformar uma banda em uma microempresa; o apoio à realização de eventos regionais, nacionais e internacionais para o fortalecimento do setor; e a realização de missões técnicas para intercâmbios.

Mais informações:
www.festivaldebiarritz.com
http://difreitas.blogspot.com/
www.myspace.com/difreitas
http://www.myspace.com/zabumbeiroscariris
Sebrae Cariri
Crato – (88) 3523-2025
Juazeiro do Norte – (88) 3512-3322

Novos artistas aderem ao Coletivo Camaradas

Ricardo Campos, Raul Lampião, MC Negro Wagner e Marlon Torres são os novos “Camaradas”.
Com um trabalho engajado o Coletivo Camaradas desenvolve ações que unem arte, estética, cultura, educação e política, o que vem despertando o interesse de artistas de diversas linguagens artísticas.
Recentemente aderiram ao grupo o comunicador e artista performático Raul Lampião que é conhecido pelo trabalho humorístico e de comprometimento social que realiza com o seu carinho de som volante nas ruas do Crato. O professor e grafiteiro Marlon Torres, um dos poucos artistas do spray na região do Cariri também aderiu ao grupo, além do MC Negro Wagner que desenvolverá um trabalho que reunirá a junção do rap e da batida dos tambores. O artista plástico, produtor cultural e estudante do curso de Artes Visuais da URCA, Ricardo Campos é o mais novo integrante do Coletivo.

O MC Negro Wagner enfatiza que o seu intuito no Coletivo é contribuir com a democratização da cultura hip-hop. Ele acredita também que a diversidade musical do povo brasileiro deve ser conhecida pelas camadas populares.

O grafiteiro Marlon acredita que o coletivo é uma forma de compartilhar experiências. Ele destaca que os “camaradas” são possibilitar conhecer novas vertentes artísticas.

TEATRO RACHEL DE QUEIROZ DIVULGA PROGRAMAÇÃO DE ESPETÁCULOS

SOCIEDADE CARIRI DAS ARTES E SOCIEDADE DE CULTURA ARTÍSTICA DO CRATO DINAMIZAM O TEATRO CARIRIENSE

Os Pontos de Cultura do Brasil SOCIEDADE CARIRI DAS ARTES e SOCIEDADE DE CULTURA ARTÍSTICA DO CRATO, com apoio da Prefeitura Municipal do Crato, desenvolvem amplo e intenso programa de valorização e difusão teatral envolvendo companhias de toda a região, no Teatro Rachel de Queiroz, em Crato-CE.

Iniciado no último final de semana, quando esteve em cartaz a peça CONTOS DE BRUXAS, texto de Ronaldo Ciambrone, com a Cia. Teatral Arriégua (de Crato-CE), direção de Willyan Teles, o projeto prossegue com a apresentação dos espetáculos:

– A COMÉDIA DA MALDIÇÃO, texto de Cacá Araújo, com o Grupo de Teatro Curumins do Sertão (de Farias Brito-CE), direção de Maria Gonçalves, neste sábado, dia 28 de agosto, às 19:30 horas;
– HISTÓRIAS DO TEMPO DA MAMÃE, texto e direção de Maria Gonçalves, também com o Grupo de Teatro Curumins do Sertão (de Farias Brito-CE), direção de Maria Gonçalves, domingo, dia 29 de agosto, às 19:30 horas;
– AS IRMÃS CASTANHOLAS, texto e direção de Joylson John Kandahar, com a Cia. Mandacaru de Artes (de Juazeiro do Norte-CE), dias 03, 04, 05, 10, 11 e 12 de setembro, às 20:00 horas.

O programa é coordenado pela Cia. Cearense de Teatro Brincante, dirigida pelo dramaturgo Cacá Araújo, e terá, ainda, a comédia Velório Show, com a Cia. dos Sem, em data a ser divulgada posteriormente.

Porém, o ponto mais audacioso da empreitada será a 2ª GUERRILHA DO ATO DRAMÁTICO CARIRIENSE, a maior vitrine das artes cênicas do Cariri, com mais de 40 espetáculos, cuja programação se estenderá de 05 a 27 de novembro de 2010.