Oficina PERCEPÇÕES NATURAIS – Ateliê Ambiental do Caldas


No primeiro momentos o mediador Leo Dantas conversou sobre meio ambiente, preservação, formas de contato com a natureza e formas de olhares mais voltados para os objetivos da oficina, tendo como consequencia uma grande atenção desenvolvidas pelos participantes, onde os mesmos fizeram em seguida suas colocações sobre as suas formas de ver o ambiente em que estão inseridos, a sua real importância e como cada um vê a natureza a sua volta, conversando sobre o que esperam da oficina, sobre fotografia ambiental e sobre como cada um desenvolve seu senso crítico enquanto moradores do local em que esta inserido o projeto socioambiental Ateliê Ambiental do Caldas.

No primeiro momentos o mediador Leo Dantas conversou sobre meio ambiente, preservação, formas de contato com a natureza e formas de olhares mais voltados para os objetivos da oficina, tendo como consequencia uma grande atenção desenvolvidas pelos participantes, onde os mesmos fizeram em seguida suas colocações sobre as suas formas de ver o ambiente em que estão inseridos, a sua real importância e como cada um vê a natureza a sua volta, conversando sobre o que esperam da oficina, sobre fotografia ambiental e sobre como cada um desenvolve seu senso crítico enquanto moradores do local em que esta inserido o projeto socioambiental Ateliê Ambiental do Caldas.

Em seguida foi proposto aos alunos a observação de uma árvore centenária que faz parte do jardim do Balneário do Caldas, árvore esta já tantas vezes vista só que de uma forma diferente, e que neste momento da oficina passou a ser nosso objeto de pesquisa, propomos assim, que os mesmos a observassem e a preservassem, percebendo acima de tudo sua imponência, forma, cor e fragilidade, e que sem nosso olhar de preservação ela poderá em um futuro muito próximo deixar de existir.

Cada participante buscou na mesma um objeto de pesquisa secundário, olhando mais atentamente para todos os elementos que ali estavam inseridos, sejam eles plantas a sua volta, folhas, flores, insetos que residem nas suas raízes, cores que a compõem, para assim sentirem toda a força daquela planta.

Pedimos aos alunos que chegassem mais próximos para desenvolverem um olhar mais detalhado sobre a árvore, buscando elementos escondidos por toda a planta, e eles atenciosamente o fizeram, descobrindo cada vez mais elementos para nossa pesquisa visual.



Podemos perceber ao fim do primeiro dia da oficina, que todos ficaram muito satisfeitos com a pesquisa visual trabalhada naquele momento, e percebemos acima de tudo que os alunos jamais iriam olhar para aquela árvore sem a perceber e sentir, pois a partir deste dia, eles seriam observadores da natureza a sua volta, desenvolvendo assim um olhar de preservação como nunca haviam feito antes.

Turma da Oficina PERCEPÇÕES NATURAIS:

Tomás Inocêncio dos Santos
Francisco Hélio Luna
João Victor da Silva
Maria Beatriz Santos
Adiny Stefanny Alencar
Jonas Vinícius de Brito
José Wilian de Sena
Bruna Ariana Sousa
Ermisson Bruno Luna
Odair Sebastião dos Santos
Maria Eulália dos Santos

Mediadores:

Leo Dantas
Siqueira Jr.



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