Coletivo Camaradas é eleito para coordenação nacional do CUCA

Artistas, produtores e militantes de diversos estados brasileiros definirão a atuação do Centro Universitário de Cultura e Arte – CUCA para os próximos três anos. O evento ocorreu no Centro de Artes Hélio Oiticica.
(foto: Felipe Redó- Coordenador Geral do CUCA, Juana Numes – Coordenadora Geral de Mobilização e Articulação em Rede da Secretaria de Cidadania Cultural do Ministério da Cultura e Alexandre Lucas – Coordenador do Coletivo Camaradas)

Durante o 10º. Seminário do Centro Universitário de Cultura e Arte – CUCA da União Nacional dos Estudantes – UNE realizado no período de 19 a 22 de novembro, no Rio de Janeiro que contou com intensa programação e participação de representantes de cucas e de coletivos de artistas de diversos estados brasileiros ocorreu a aprovação de diretrizes e eleição da coordenação nacional da organização para os próximos três anos. O evento constou de lançamento de livros, palestras, apresentações artísticas, intervenções urbanas, conferência livre de cultura e assembléia.
O Coletivo Camaradas foi eleito para integrar juntamente com os coletivos GIRA – DF e Bota a Cara – RJ, a coordenação nacional, tendo em vista, que já integravam a rede do Programa de Interferência Ambiental – PIA do CUCA. O Instituto Cuca agora será dirigido por Felipe Redó, atual diretor de Cultura da UNE. O Coletivo Camaradas também foi responsável na região do Cariri pela criação do CUCA Cariri que atualmente é coordenado pelo músico e artista/educador, Jean Alex.
Para o coordenador do Coletivo Camaradas, Alexandre Lucas que esteve presente no Seminário, a participação do grupo na coordenação nacional do Cuca representa um desafio no sentido de ampliar e consolidar uma rede nacional de coletivos de artistas. Ele destaca que o PIA/CUCA deverá elaborar uma proposta de trabalho coletivo para ser apresentado no Centro de Artes Helio Oiticica no Rio de Janeiro, tendo vista, a sinalização favorável da diretora Centro, Ana Durães.

Camaradas fazem intervenção em zona de prostituição no Rio

Durante Seminário foi realizada uma intervenção com cartazes com o nome “vende-se” sob uma imagem de uma bunda. Os cartazes foram afixados em zona de prostituição no Centro do Rio de Janeiro. O material ainda foi distribuído para ser reproduzido em outros estados brasileiros. Além deste trabalho, o PIA desenvolveu uma intervenção/oficina de Parangoles para lembrar os trabalhos do grande artista intervencionista Hélio Oiticica.

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