Arquivos mensais: agosto 2008

Artistas e gravadoras independentes se casam com a internet

A internet é o mais crescente e democrático canal de vendas para artistas e gravadoras independentes. É o que conclui o Estudo de Mercado da Música Independente que o Sebrae Nacional lança nesta quinta-feira (21) na Feira de Música de Fortaleza na capital cearense.

O material apresenta um retrato do setor no país e aponta as principais tendências. Uma delas é que os ambientes virtuais podem ser um caminho de sucesso para a música nacional.

Elaborado pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), o estudo traz informações cruciais sobre a cadeia da música, que envolve um conjunto gigantesco de profissionais. Há análises sobre as diversas etapas do processo de produção, englobando pré-produção, produção em si, distribuição, comercialização e até o consumo.

“São orientações para apoiar entidades e empresários a estabelecer estratégias para acessar o mercado, cada qual de acordo com a sua realidade”, explica a coordenadora técnica do documento, Patrícia Mayana.

As juras de um futuro promissor pela internet partem do pressuposto de um aumento crescente e significativo no faturamento das lojas virtuais nos últimos anos. Segundo dados do site IDG Now, especializado em internet, as vendas online no País, em 2007, cresceram quase 45% na comparação com o ano anterior.

Em compensação, a venda da música no formato físico, ou seja, em CD, segue tendência mundial e apresenta queda significativa. Em 2001, o faturamento do setor com a venda de discos compactos foi de R$ 891 milhões. Em 2004, esse número caiu para R$ 701 milhões. E, no ano passado, o faturamento despencou, chegando a R$ 337 milhões.

Exportações

Com as vendas pela internet crescendo substancialmente, a exportação da música brasileira explodiu no mundo. Sem as barreiras impostas pelo transporte e pela burocracia da importação, o comércio é facilitado e já gera bons lucros a gravadoras e artistas nacionais.

Dados da Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex) mostram que, durante a Feira Internacional de Música, na França, em 2006, o Brasil fechou mais de US$ 2 milhões em negócios com empresas e lojas on-line européias.

Especialmente em relação à música independente, a internet é um canal ainda mais promissor. Segundo relatório da Associação Brasileira da Música Independente (ABMI), 80% da produção nacional de fonogramas (música) é de independentes, o que representa 25% do total vendido no País.

No Brasil, as produtoras ou selos independentes somam mais de 400 empresas, em sua maioria micro e pequenas, que, juntas, possuem grande participação no mercado. “Pela internet, artistas e pequenas gravadoras tem mais recursos e facilidade para divulgar seu produto e atingir o público específico”, explica Matheus Marangoni, pesquisador da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

“Como a internet não tem fronteiras, essa divulgação passa a ser internacional. Além disso, quando o consumidor paga pelo produto, toda a cadeia é remunerada”, agrega.

Ameaças

O estudo traz ainda abordagens do segmento a partir da política nacional, entidades de apoio e legislação. De acordo com o material, o governo brasileiro procura incentivar a cultura por meio de leis de incentivo ao patrocínio privado de obras com cunho cultural. Entidades de apoio também se organizam em torno da auto-regulamentação, auxílio à produção cultural e combate à pirataria.

Marangoni explica que a pirataria e a economia informal, em todas as suas manifestações, representam grande ameaça ao retorno financeiro das gravadoras de qualquer porte. Segundo o pesquisador, estimativas dão conta de que 40% das vendas de música sejam realizadas informalmente.

“As leis de direitos autorais ainda são pouco aceitas pela população brasileira. Embora exista uma legislação específica e bem clara sobre o tema, as pessoas, em geral, não reconhecem sua importância e não consideram uma prática efetivamente ilegal comprar discos em camelôs ou fazer downloads pela internet sem pagar por isso”, comenta o pesquisador.

O estudo aponta outras fragilidades para a música independente, como a falta de verbas pelas pequenas gravadoras para a divulgação nas mídias tradicionais, falta de organização do setor e da cultura de cooperação, baixo poder de barganha junto aos fornecedores, problemas com a falta de estrutura física e operacional para gerar produtos de alta qualidade, e falta de acesso aos grandes varejos.

Como solução, o estudo sugere uma atenção especial às potencialidades do setor, que indicam grande poder e facilidade para atender a nichos de mercado específicos, seja por regiões, estilo musical ou público-alvo.

Segundo o levantamento, o crescimento do mercado de nichos é uma tendência que reflete a procura cada vez maior de consumidores por artigos especializados. “É muito mais fácil entrar no varejo com um produto específico”, conta Marangoni.

Outra porta de entrada para o sucesso é a participação em festivais de música independente — alternativa apontada como uma excelente oportunidade para divulgação de novas bandas e artistas. Segundo Marangoni, “os festivais são movimentos de grande repercussão, que oferecem amplo espaço de divulgação e visibilidade”.

fonte:
www.vermelho.org.br

Ministério da Cultura

Bahia discute software livre e criação do vale-cultura

Investimentos na capacitação em software livre para a difusão cultural por meios digitais, criação de conselhos territoriais de cultura e apoio ao projeto de criação do vale-cultura.

Estas são as contribuições dos grupos de trabalho que participaram do seminário que discute e revisa o Plano Nacional de Cultura (PNC) em Salvador (BA) – assim como a criação de uma agência reguladora de direitos autorais.

No estado, que é o sétimo a realizar um seminário para discutir o Plano, a Secretaria de Cultura dividiu os 417 municípios em 26 regiões, chamadas de “territórios de identidade”, com base em dados do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) sobre semelhanças geográficas.

“Ter 417 conselhos municipais de cultura [um em cada município baiano] é importante sim, mas ter 26 conselhos territoriais também, porque eles têm mais força e legitimidade e tornam mais fácil o encaminhamento de propostas”, relata a mediadora do grupo, Lúcia Carvalho, complementando que “esta é a idéia do grupo para todo o Brasil”.

Além dos conselhos territoriais, os participantes também propuseram que a rede de Pontos de Cultura tenha assento em todos os conselhos representativos, sejam municipais, regionais ou estaduais. Pensando também na regionalização, o grupo que discutiu formas de universalizar o acesso à produção e fruição cultural defendeu que o Plano deve prever investimentos em capacitação em software livre, especialmente no interior do país.

“Incentivar a produção e capacitar as pessoas para usar o software livre e criar novos são formas de garantir a democratização da difusão de produção via mídia. Às vezes as pessoas têm, lá no interior, um software livre, mas não sabem como usá-lo. É preciso investir muito em capacitação”, concluiu a mediadora do grupo, Daniele Canedo.

Já o grupo que debateu a ampliação da participação da cultura no desenvolvimento socioeconômico sustentável reforçou a necessidade da implantação do projeto que cria o vale-cultura, que funcionará, caso saia do papel, como um vale-alimentação, só que destinado ao consumo cultural. A idéia faz parte do projeto do Ministério da Cultura que cria o Programa Nacional de Fomento e Financiamento, que deve modificar a Lei Rouanet.

“A questão levanta dois aspectos: o da fruição [usufruto] cultural do trabalhador, de ele ter direito, como tem à alimentação, ter também à cultura. É aquela coisa, ‘a gente não quer só comida’, é assim que pensamos. O outro aspecto é o de garantir uma demanda mínima de pessoas movimentando a cultura local, assegurada pelo tíquete, que o trabalhador usará”, contou a mediadora do grupo, Carmem Lúcia Lima.

Fonte:
www.vermelho.org.br
Agência Brasil

NOTA OFICIAL DO GRUPO DE RESISTÊNCIA ASA BRANCA- GRAB

DE REPÚDIO À CAMPANHA CONTRA A CANDIDATA A PREFEITA DE FORTALEZA, LUIZIANNE LINS

O GRAB- Grupo de Resistência Asa Branca- GRAB é uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, fundada em 1989, uma das entidades pioneiras no país, na luta social pelos direitos humanos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBTT), com sede em Fortaleza-CE, vem a público protestar contra campanha veiculada pela “Convenção de ministros das assembléias de Deus unidas do Estado do Ceará- COMADUEC”.

O GRAB tem como foco de suas atividades contribuir para a construção de uma sociedade mais justa e fraterna e para tanto trabalha no sentido de eliminar todas as formas de discriminação, em especial em relação às homossexualidades.

Com relação à campanha de cartazes e outdoors contra a candidata à prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins, atribuídos à “Convenção de Ministros das Assembléias de Deus Unidas do Ceará”, nos quais elenca 6 motivos pelos quais não deve-se votar na prefeita Luizianne Lins (PT), veiculada neste último fim de semana (09 e 10/08), entre os quais menciona que a mesma “permitiu a distribuição de revistas de apologia à prostituição e à prática do homossexualismo em escolas públicas” e “Por ter dividido a administração de Fortaleza com um exército de sodomitas”, o GRAB, entidade filiada a ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais), vem afirmar que o Brasil é um estado democrático e laico.

A Constituição Federal confere a liberdade de expressão para todos os cidadãos, bem como a liberdade de crença religiosa, mas também proíbe a discriminação de qualquer natureza e a interferência das igrejas na esfera de competência do Estado. A Lei Municipal 8.211, de 1998, pune a discriminação em decorrência da orientação sexual e a Lei Municipal n° 8626, de 2002 (de autoria da então vereadora Luizianne Lins), estabelece o dia 28 de Junho como Dia da Consciência Homossexual no calendário oficial de nossa cidade.

A referida campanha da convenção evangélica é nitidamente discriminatória em relação à comunidade LGBTT, além de ferir os princípios de laicidade.

Fortaleza é a quinta capital mais populosa do país, é onde o GRAB e diversas parcerias, realiza, já em sua nona edição, a Parada pela Diversidade Sexual, que, este ano, teve como tema Homofobia Mata! Por um estado laico de fato! Este ano, segundo a Polícia Militar, cerca de 800.000 pessoas estiveram presentes à Parada, assim Fortaleza dá sinais evidentes de que é contra a intolerância, contra a discriminação e que repudia aqueles/as que, usando de sua fé religiosa, querem pregar o desrespeito, o ódio e a violência que afeta diariamente milhares de lésbicas, gays, travestis e transexuais em nosso país.

O GRAB, assim como a ABGLT, esperam que a Justiça Eleitoral e o Ministério Público tomem providências imediatas diante de tal discriminação contra as comunidades LGBTT, e que possam identificar se há candidaturas apoiando tal campanha.

Nós estaremos atentos/as, monitorando as campanhas eleitorais locais, no sentido de coibir qualquer candidatura que queira ganhar votos, incitando a intolerância, a discriminação, a violência homofóbica.

Fortaleza, agosto de 2008,

Francisco Pedrosa

presidente

Mulheres com a palavra – A REBRA é exemplo

Rede de Escritoras Brasileiras — REBRA — é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, que pretende reunir em associação o maior número de escritoras de nosso país que tenham compromisso público com a literatura, a cultura e a justiça social, entendendo que as idéias exprimidas pela palavra escrita tem a força de modificar a sociedade humana. E é justamente esse o principal objetivo e a missão da REBRA: o aprimoramento da sociedade brasileira em particular e da humanidade em geral, por meio da divulgação da palavra da mulher.

Foi fundada em 8 de março de 1999, para tentar corrigir a grande injustiça que as mulheres escritoras brasileiras, em particular, e as mulheres brasileiras, em geral, sofreram e continuam sofrendo ao serem permanentemente excluídas dos registros históricos de nossa sociedade.

Trabalhamos em conjunto com a organização mundial Women’s WORLD – Women’s World Organization for Rights, Literature and Development, com sede nos Estados Unidos da América.

No âmbito Latino-Americano, funcionamos também em parceria com a RELAT — Red De Escritoras Latinoamericanas, sediada no Peru e atuante nos países da América do Sul e México.

Convidamos a todos que concordam e conosco dividem esses mesmos ideais, a visitar nosso site e tomar conhecimento de nosso trabalho.
acesse:
http://www.rebra.org/

8ª BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO DO CEARÁ


A AVENTURA CULTURAL DA MESTIÇAGEM

O Centro de Convenções de Fortaleza (Ceará) receberá, de 12 a 21 de novembro de 2008, intensa e múltipla programação da 8ª Bienal Internacional do Livro do Ceará, que contará ainda com destacado espaço físico da Universidade de Fortaleza (UNIFOR), ampliando, assim, de forma substanciosa, a agenda desse já tradicional evento cearense que se realiza há 16 anos.

O tema da 8ª Bienal Internacional do Livro do Ceará é “A aventura cultural da mestiçagem”, o qual abrange duas comunidades lingüísticas: a portuguesa e a espanhola e, ainda, suas manifestações artísticas e culturais, totalizando 30 países situados em quatro continentes: África, América, Ásia e Europa. A ousadia de tal abrangência desloca o foco habitual das programações literárias de outros eventos similares, concentrando-se aqui em evocar a multiplicidade de culturas e a condição mestiça de suas raízes.

Motivada pelo tema central, a programação da 8ª Bienal Internacional do Livro do Ceará estará comprometida com a integração das diversas culturas envolvidas, reconhecendo seus hábitos, costumes e literatura, e com a democratização e a mobilização do acesso universal ao livro, à leitura e à produção literária. Portanto, serão realizadas atividades baseadas na promoção e geração de conhecimentos, sem fronteiras culturais e sociais, reunindo um público diversificado e evitando isolamentos de quaisquer naturezas.

As sessões literárias incluem palestras, debates, leituras de poemas, encontros especiais, lançamentos de livros. Esta agenda foi configurada, por sua vez, a partir do tema central. Os debates contemplarão assuntos como produção e circulação de revistas e suplementos literários, casas de cultura, política cultural dos centros de estudos brasileiros na América Hispânica, movimentos contraculturais, circuito editorial universitário, encontros internacionais de escritores, dentre outros. Já as palestras tratarão de aspectos ligados aos fundamentos da mestiçagem, jornalismo cultural e obras literárias, considerando particularidades regionais e continentais dos países envolvidos.

Haverá ainda uma integração entre inúmeros segmentos da criação artística, produção cultural e mídia, envolvendo uma série de salas permanentes que, no decorrer dos 10 dias de realização da 8ª Bienal Internacional do Livro do Ceará, por meio das quais será permitido um convívio valioso entre público, escritores, artistas e produtores culturais. Ao todo haverá um conjunto de 9 salas, assim distribuídas: Arena Jovem, Arte Postal & Poesia Visual, Artes e Ofícios, Cordel, Gravuras, Música, Rádio, Revistas e Vídeos. Cada uma das salas terá uma curadoria própria, orientada pela curadoria geral no sentido de implantar um sistema de interação entre salas.

O conjunto de Salas Permanentes, por sua vez, terá curadorias próprias, atendendo a convite do curador geral. São os seguintes nomes: Claudio Willer/SP (Revistas), Eduardo Eloy e Juliana Marinho/CE (Artes e Ofícios), Heriberto Porto e Lu Basile/CE (Música), José Geraldo Neres/SP (Vídeos), Klévisson Viana/CE (Cordel), Maria Luisa Passarge/México (Gravuras), Maurício Aragão/CE (Arena Jovem), Nonato Lima/CE (Rádio) e Paulo Bruscky/PE (Arte Postal & Poesia Visual).

A programação das Salas Permanentes, bem como de todas as sessões literárias será posteriormente disponibilizada em página web da RPS Eventos e da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará. A área de expositores da 8ª Bienal Internacional do Livro do Ceará, considerando a abrangência de seu tema central, contará com um expressivo número de expositores também dos países envolvidos, influenciando assim em uma maior integração entre as literaturas de línguas portuguesa e espanhola.

Um diferencial expressivo nesse caso é a criação de um espaço intitulado “Ilha dos Continentes”, cuja área de 234 m² destina-se a receber editoras estrangeiras que, em geral, não dispõem de condições de participar de eventos internacionais. Em âmbito nacional, haverá, ainda, a presença de instituições como o Museu da Língua Portuguesa, o Instituto Moreira Sales e a Biblioteca Nacional.

Embora a 8ª Bienal Internacional do Livro do Ceará não recorra à figura tradicional do país convidado, haverá um Pavilhão Especial dedicado à Cuba e à Venezuela, em reconhecimento à criação, respectivamente, da Fundación Casa de las Américas e da Fundación Editorial El Perro y La Rana, projetos editoriais de importância fundamental para a produção, reflexão e difusão da cultura na América Latina. Cumpre também destacar a criação, há 40 anos, da Monte Ávila Editores, e, há 35 anos, da Fundación Biblioteca Ayacucho. Como homenageado especial será recebido o notável criador de tipos, o humorista e narrador Chico Anysio.

Chico Anysio (Ceará, 1931) é humorista, compositor, dramaturgo, artista plástico, ator, radialista, dentre outras atividades artísticas que sempre desempenhou com inconfundível talento. Criador de uma extensa galeria de tipos (Professor Raimundo, Coalhada, Azambuja, Bento Carneiro, Gastão, Quem-Quem, Meinha, Zé Tamborim, Justo Veríssimo, Tavares, Pantaleão, Painho etc.), Chico Anysio atua há quatro décadas em teatro e televisão, representando hoje o que há de mais consistente e renovador em nossa tradição humorística. Por ser considerado, também, um notável escritor, a 8ª Bienal Internacional do Livro do Ceará será palco de lançamento de um novo título seu: Três casos de polícia.

A 8ª Bienal Internacional do Livro do Ceará terá como curador geral o escritor, editor e produtor cultural Floriano Martins, que atende a convite expresso da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará para a tarefa de concepção e regência da múltipla configuração que durante este ano assume esse importante evento. Floriano Martins é um estudioso de literaturas de línguas portuguesa e espanhola. Diretor da Agulha – Revista de Cultura (publicação de circulação virtual que este ano recebeu o Prêmio Antônio Bento da ABCA – Associação Brasileira de Críticos de Arte), tem estado à frente na organização de livros de autores portugueses para a Coleção Ponte Velha, da Escrituras Editora.

O curador geral trabalhará em afinação completa com a Coordenação de Políticas do Livro e de Acervos (COPLA) da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará e, também, com a Assessoria do gabinete do secretário da Cultura, contando, ainda, com a cooperação substancial de entidades como Câmara Brasileira do Livro, Associação Nacional de Livrarias, Academia Cearense de Letras, Câmara Cearense do Livro, Escola de Música da Universidade do Estado do Ceará, SENAC/CE, SESC/CE, Universidade de Fortaleza (UNIFOR), dentre outras.

A 8ª Bienal Internacional do Livro do Ceará é uma iniciativa do SINDILIVROS em parceria com a RPS Eventos.

VIII BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO DO CEARÁ

Secretaria da Cultura do Estado do Ceará

Secretário de Cultura

Francisco Auto Filho – [email protected]

Curadoria

Floriano Martins – [email protected]

Jorge Pieiro – [email protected]

Karine Alves David – [email protected]

Equipe de trabalho

Osiel Gomes Dias Junior – [email protected]

Mileide Flores [SINDILIVROS] – [email protected]

W10 [Produtora] – [email protected]

Robério Paulo [RPS] – [email protected]

Marta Spagnuolo [Traduções] – [email protected]

Formação de Professores no Sesc Juazeiro

CURSO REDAÇÃO 80h/a

Nas sextas-feiras. Início: 15/08/08, de 18:30: às 21:10horas

Investimento (5 parcelas) – comerciário: 15,00, conveniado: 20,00, usuário: 25,00

NOÇÕES DE PROJETOS DIDÁTICOS 120h/a

Período: Nas 2ªs e 4ªs. Início: 18/08/08, de 19:00: às 21horas

Investimento – (5 parcelas) comerciário: 15,00, conveniado: 20,00, usuário: 25,00

NOVA TURMA:

CURSO DE LIBRAS 120h/a

Período do curso: 3ª e 5ª noite. Início: 18/08/08, de 19:00 às 21horas

Investimento – (5 parcelas) comerciário: 20,00, conveniado: 25,00, usuário: 30,00

Carolina Tatyana Paiva Rocha e Elizabette Gomes Rodrigues
Formação Contínua de Educadores/Educar SESC – SESC Juazeiro
Sistema Fecomércio Ceará – Fecomércio . Sesc . Senac . Ipdc
(88)3511- 8217 (Formação) / 8824-2661/9917-3187
[email protected] / [email protected]