Arquivos mensais: abril 2008

O PECADO DE CLARA MENINA Comédia de Cacá Araújo

Uma floresta… Um casal em plena safadeza: assim a inocente princesa Clara, do distante Reino de Mont’Alverne, foi flagrada com Dom Carlos de Alencar. Seu pecado desencadeia toda uma onda de sedução, amor, traição, adultério, crueldade, ambição, prepotência e luxúria, envolvendo a família real, a nobreza e o clero. “O pecado da menina / Fez o reino revirar / E o povo todo pecou / Depois de Clara pecar”.

Dias 10, 11, 17, 18, 24 e 25 de Maio de 2008 – 20 horas

TEATRO RACHEL DE QUEIROZ
Crato – Ceará

ELENCO
Atores/Personagens
Andecieli Martins – Clara
Cacá Araújo – Rei de Mont’Alverne e Barão do Riacho Fundo
Carla Hemanuella – Baronesa Malaguêta
Charline Moura – Luana Malaguêta
Daniel Rodrigues – Dom Carlos de Alencar
Veylla Lopes – Conde de Santa Fé
Jardas Araújo – Caçador e Frei Caneco
Joênio Alves – Bobo e Carrasco
Jonyzia Fernandes – Solana Malaguêta
Orleyna Moura – Rainha de Mont’Alverne
Paula Amorim – Prima Secundina

TÉCNICA
Texto e Direção Geral – Cacá Araújo
Assistência de Direção – Orleyna Moura e Andecieli Martins
Pandeirista – Manoel Leandro
Cenografia – Artesão França e Cacá Araújo
Figurino – Joênio Alves
Confecção de Figurino – Ariane Morais
Adereços – Edelson Diniz, Everardo Aguiar e Carla Hemanuella
Maquiagem – Felipe Tavares
Sonoplastia – Cacá Araújo
Iluminação – Danilo Brito
Operador de Som – Bruna Giselle
Operador de Luz – Joseany Oliveira
Contra-Regra – Eliane Café
Bilheteria – Marta Bitu
Guarda-Roupa – Luciana Ferreira e Gisélia Rocha
Pesquisa e Elaboração Musical – Erisvaldo Silva
Cartaz – Xilogravura de Carlos Henrique
Fotografia – Gessy Maia
Vídeo – Fernando Garcia
Designer – Felipe Tavares
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Produção:

VOCÊ NÃO PODE PERDER!!!
Dias 10, 11, 17, 18, 24 e 25 de Maio de 2008 – 20 horas

TEATRO RACHEL DE QUEIROZ
Rua Dom Quintino, 913 – Crato-CE
Tel.: (88) 3523.2168 – (88) 8801.0897

INTEIRA: R$ 6,00 – MEIA: R$ 3,00
INDICAÇÃO: 14 ANOS
Sociedade de Cultura Artística do Crato e Sociedade Cariri das Artes

O jugo da informação

Emerson Monteiro

Dentre os estresses atuais, a sobrecarga da informação que se consome a cada dia estabelece um peso substancial. A insistência dos assuntos cotidianos impõe submissão aos consumidores das notícias a ponto de gerar dependência, o que, quando ausente, ocasiona espécie nova de síndrome de abstinência, em forma de vazio agressivo, notado em todo o corpo social, de proporções incalculáveis.
Há que existir gente sendo presa fácil de autoridades sendo acusadas disso ou daquilo, acidentes de todo gênero, balas perdidas, seqüestros, escândalos a todo gosto, atentados, várias qualidades de desastres ambientais, atos terroristas, protestos, o que alimenta bem mais do que a ordem natural das coisas.
Esse tal homem nutrido nos cochos da mídia torna-se, pois, impotente, fraco, esquálido em face dos dramas apresentados a pratos cheios pelas usinas de comunicação, que quase reclama algum silêncio para refletir e digerir a carga que lhe jogam aos ombros. E ele mesmo, suspirante nos intervalos dos finais de semana, dependente, corre às locadoras e se reabastece de filmes de espécie semelhante à matéria da semana, em produções de terror, violência, sexualidade exacerbada, marcas dolorosas de violência e tragédia persistente, para suprir a suspensão parcial do jornalismo sensacionalista na calma domingueira.
Bicho acirrado na ritmo dos acontecimentos estonteantes de mundo em velocidade catastrófica, sobretudo através da televisão, esse modelo especulativo da civilização de massa, traz consigo as apreensões do medo instintivo do rebanho que compõe, ancas ferradas nas tatuagens modernas das tantas tribos espalhadas nos grotões do globo.
Dons quixotes da produção industrial, esses sanchos panças dos engarrafamentos citadinos andam lentos, ferrenhos compradores dos crediários e das promoções de ponta de estoque. Vibriões da impossibilidade material, transportam nas extremidades dos nervos das contas bancárias o que lhes toca do PIB nacional e repetem com eficiência os “slogans” das lojas de departamento e as vinhetas dos planos de saúde, o que contém normas para chegar a campeões de bilheteria, finalistas de campeonatos e ganhadores de prêmios lotéricos.
Ricos os seres humanos desta hora. Desconhecem aonde vão e nem disso quererem saber, pois depositaram nas mãos dos chefes políticos e economistas de plantão a entrega dos seus sonhos. Dormem em paz, por isso, ainda que devam mergulhar de cabeça no mistério da existência.
“Bem aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus”, dizem judiciosas as Escrituras Sagradas.

IEC e Coletivo Camaradas doa publicações para escolas do Crato

O Coletivo Camaradas e o Instituto Ecológico e Cultural Martins Filho da Universidade Regional do Cariri – URCA, faz doação de publicações para escolas estaduais do Crato. Trata-se do livro Antiimperialismo – Caminho para Libertação dos Povos, do Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz – CEBRAPAZ e a Coletânea de Poesias da I Mostra desUSA de Artes Visuais realizado agora no mês de abril. O material está sendo distribuído pela 18ª. Crede, através do Núcleo Regional de Desenvolvimento da Escola com a professora Fábia Maia.

2º Concurso de Contos do Sesc

Promover e tornar público o talento literário do Ceará. Com este objetivo, o Sesc lança o 2º Concurso de Contos do Sesc, extensivo a todos os cearenses. As inscrições acontecem de 18 de abril a 30 de junho. Os interessados devem enviar texto inédito de tema livre para [email protected] juntamente com título, nome do autor, foto, endereço completo incluindo CEP, telefone de contato, números de RG e CPF e um mini-currículo. Os dez melhores contos farão parte de uma coletânea que será lançada em setembro.
Os contos serão analisados na 1ª quinzena de julho por uma comissão julgadora composta por três especialistas em literatura e dois funcionários do Sesc. A divulgação dos dez contos escolhidos será na 2ª quinzena de julho nas dependências do Sesc Crato, neste site e em jornal da região. Estes contos integrarão uma coletânea publicada pelo Sesc e cada um dos seus autores receberá dez exemplares. O lançamento da coletânea será durante a Feira de Livros promovida pelo Sesc em setembro de 2008.

Os contos na História
O hábito de ouvir e contar histórias acompanha a humanidade em sua trajetória no espaço e no tempo. Afirma-se que, em todas as épocas, os povos cultivaram seus contos. De “Sherazade”, que compila os contos mais conhecidos da Idade Média, aos contistas contemporâneos, a narrativa curta tem sido vista com muito interesse. A fórmula de narração e compilação de contos até então mantidos no ideário popular adotada nas “Mil e uma noites” foi largamente utilizada por muitos autores posteriormente. Aos poucos, novas modalidades de contos foram surgindo, diferenciando-se de forma inovadora dos contos infantis e populares, de acordo com a época e o estilo de cada autor. Assim surgiram os contos de humor, fantástico, mistério etc.


REGULAMENTO

I. Poderão participar deste Concurso Cultural, cearenses com idade igual ou superior a 18 (dezoito) anos.
II. É vedada a participação de funcionários da empresa beneficiadora, incluindo ramificações, bem como de seus familiares.
III. Não poderão participar nem os membros da comissão julgadora nem seus familiares.
IV. Não serão aceitas obras póstumas, nem assinada por grupos.
V. Os participantes poderão inscrever apenas um trabalho inédito, de tema livre, digitado, com espaçamento duplo entre linhas, fonte Times New Roman, corpo 12 (doze), com o mínimo de 02 (duas) páginas e no máximo 10 (dez).
VI. Os contos não deverão vir na forma atachada (anexada), mas colados no corpo da mensagem.
VII. Os contos deverão ser enviados por internet, para o seguinte e-mail, exclusivo do Concurso: [email protected], no período de 18 de abril a 30 de junho.
VIII. Não serão aceitos contos enviados de outra forma que não a especificada no item VII, ou seja, contos que chegarem por fax ou por correio serão desconsiderados.
IX. Os trabalhos enviados não serão devolvidos.
X. Os textos não poderão ser divulgados por quaisquer meios, total ou parcialmente, até a data da publicação no livro lançado pelo SESC Crato, em setembro de 2008.
XI. As decisões da Comissão de seleção serão irrecorríveis, não cabendo recursos às suas escolhas.
XII. Serão automaticamente desconsiderados os contos que chegarem por e-mail em datas posteriores a 30 de junho de 2008. Para tanto a inscrição só será efetuada mediante resposta da coordenação do concurso, através de e-mail ou telefonema para o participante.
XIII. Cada conto deverá conter um título e vir acompanhado do nome do autor, foto, endereço completo, incluindo CEP e telefones, números de RG e CPF, bem como um minicurrículo.
XIV. Não serão aceitos contos inscritos sob pseudônimos.
XV. O encaminhamento dos trabalhos na forma prevista neste regulamento implica na concordância com as disposições nele consignadas. Os contos que não estiverem de acordo com os requisitos estarão automaticamente desclassificados do concurso.
XVI. Não importando o número total de participantes, serão escolhidos apenas e tão somente 10 (dez) contos para publicação.
XVII. A seleção será feita por uma comissão julgadora composta por três especialistas em literatura, sem vínculo profissional com o SESC e dois funcionários do SESC que serão os coordenadores da comissão.
XVIII. Os critérios para a escolha dos vencedores serão estabelecidos pela comissão julgadora.
XIX. A comissão julgadora apontará, sem divulgar, 5 (cinco) contos adicionais suplementares à lista definitiva, que servirão de reservas, caso se apure que alguns dos dez escolhidos não tenham obedecido a todos os itens deste regulamento.
XX. Os resultados (lista dos dez autores escolhidos, com os títulos de seus respectivos contos) serão publicados nas dependências do SESC Crato, na página da INTRANET e Jornal Regional, na 2ª quinzena de julho.
XXI. A premiação e o lançamento do livro, que reúne os trabalhos selecionados, realizar-se-ão em setembro de 2008, no evento Feira de Livros, que o SESC realiza.
XXIII. Os dez melhores contos selecionados serão publicados e cada um dos seus respectivos autores terá direito a 10 (dez) exemplares.

Crato – 2008


Serviço:

2º Concurso de Contos Sesc
Inscrições de 18 de abril a 30 de junho
[email protected]
Sesc Crato (Rua André Cartaxo, 443 Centro Crato-CE)
Informações: (88) 3523.4444

Osvaldão e a saga do Araguaia de Bernardo Joffily

ISBN: 978-85-7743-063-5
Número de páginas: 128
Preço: R$ 12,00
Editora Expressão Popular

Este relato apóia-se em livros, reportagens, entrevistas, documentos, e dezenas de testemunhos pessoais que conviveram com Osvaldo Orlando da Costa. Não vai além do que transmitem estas fontes. todas elas, inclusive aquelas ligadas à ditadura, atestam a esrutura do gigante da Guerrilha do Araguaia (1972-1974).
Apenas no trecho inicial, do bilhete, o autor sucumbiu à tentação de usar a imaginação para preencher lacunas na informação disponível: o trecho, que segue logo abaixo, usa a ficção para dar vida às informações do livro “Guerra de guerrilhas no Brasil”, de Fernando Portela, e ao depoimento do ex-soldado Domingos Serafim de Souza.
Um dia os arquivos do Araguaia serão abertos. Então estes vazios poderão ser preenchidos. Virá à luz de corpo inteiro a guerrilha até hoje escondida como um segredo infame do Estado ditatorial. Os restos de Osvaldão e dos demais guerrilheiros mortos terão a sepultura e as honras que merecem. As Forças Armadas deixarão de carregá-los nas costas, o que será bom para elas e sobretudo para o país. (Nota do autor)

Resenha:

Dizer que o leitor tem em suas mãos uma história da luta de classes de quase todo o século 20 pode parecer pretensão. Mas ao ler os 30 capítulos deste texto que parecem, em alguns momentos, um tanto fragmentados, pode-se identificar acontecimentos que marcaram a luta pela libertação dos povos.
Maior ousadia ainda quando, reconstruindo pasos de militantes sociais, reconstrói um período da história do Brasil – a guerrilha do Araguaia – em riquíssimos detalhes. Só isso bastaria para o leitor percorrer o caminho feito por Bernardo Joffily e conhecer um dos projetos revolucionários levado à frente por militantes comunistas para o Brasil.
Mais, a reconstrução de facetas biográficas da figura quase “mítica” de Osvaldão dá um sabor especial e serve de guia para a leitura completa do texto.
“A história de todas as sociedades até hoje é a história da luta de classes”, essa análise é perfeitamente aplicável à história da realidade brasileira. As disputas por diferentes projetos de sociedade – de direita ou de esquerda – se dão em vários espaços, na economia, na política, na realidade. No Brasil, a partir de 1922, quando foi criado o PCB, o debate político e a luta social se intensificaram visando a construção de um projeto sob novas relações sociais e de produção, um projeto socialista.
Desses embates teóricos-práticos surgiu, na década de 1960, o PCdoB e seu projeto que culminou na luta da Guerrilha do Araguaia. como se construiu? Em que circunstâncias? Qual sua base de apoio popular e quem o liderou? Como fez o enfrentamento contra as Forças Armadas da ditadura militar? Que conseqüências e lições podem ser apreendidas?
Algumas respostas estão identificadas. Outras, caberá ao leitor deduzir e concluir.

Professor Mota ministra palestra nesta segunda na URCA

O projeto Leituras Negras desenvolvido por entidades do movimento negro da região e pelo Instituto Ecológico e Cultural Martins Filho – IEC, vinculado a Pró-reitoria de Extensão da URCA realizará palestra no dia 28 de abril, às 14 horas, na sala de Vídeo da Universidade, tendo como temática “Negritude e a Consciência Negra”. A palestra será proferida pelo africano, pesquisador e militante do Movimento Negro, professor João Luiz do Nascimento Mota, integrante do Grupo de Valorização Negra do Cariri – Grunec e atual Pró-reitor de Ensino e Graduação. Mota também participou do processo de libertação do povo de São Tomé e Príncipe contra a dominação colonial portuguesa, integrando o Exército Revolucionário de São Tomé e Príncipe no período de 1970 a 1986 e a partir de 1975 foi nomeado chefe de gabinete do Ministro da Defesa e Segurança Nacional.

A palestra terá com público alvo: professores do ensino básico, pesquisadores, militantes do movimento negro e público em geral.

Serviço:

Projeto Leituras Negras

Informações: 3102-1212 ramal: 21235

Jessier Quirino no Crato dia 09 de maio


“O domador de palavras”

Arquiteto por profissão, poeta por vocação, matuto por convicção. Apareceu na folhinha no ano de 1954 na cidade de Campina Grande, Paraíba e é filho adotivo de Itabaiana também na Paraíba, onde reside desde 1983.
Filho de Antonio Quirino de Melo e Maria Pompéia de Araújo Melo e irmão mais novo de Lamarck Quirino, Leonam Quirino, Quirinus Quirino e irmão mais velho Vitória Regina Quirino.
Dono de um estilo próprio “domador de palavras” – até discutido em sala de aula – de uma verve apurada e de um extremo preciosismo no manejo da métrica e da rima, o poeta, ao contrário dos repentistas que se apresentam em duplas, mostra-se sozinho feito boi de arado e sabe como prender a atenção do distinto público.

Serviço:
recital
Dia: 09 de Maio
LOcal: Auditório da Rádio Educadora do Crato
Horário: 21h.
http://www.jessierquirino.com.br/

Paisagem de interior.

Matuto no mêi da pista
menino chorando nu
rolo de fumo e beiju
colchão de palha listrado
um par de bêbo agarrado
preto véio rezador
jumento jipe e trator
lençol voando estendido
isso é cagado e cuspido
paisagem de interior…

Lançamento do Rumos Educação, Cultura e Arte na Fundação Casa Grande


Evento destinado a educadores e organizações sociais marcará o lançamento da segunda edição do programa Rumos Itaú Cultural voltado à experiências não-formais em educação. Com aula-espetáculo e palestras, acontecerá durante todo o dia primeiro de maio


No dia primeiro de maio a Fundação Casa Grande receberá o grupo de teatro Os Tapetes Contadores de História, em uma aula-espetáculo pela manhã, no varandão, e a sessão de histórias Cabe na Mala? à noite, no teatro. Na parte da tarde haverá uma palestra com Alemberg Quindins, coordenador da Casa Grande, e Gislayne Avelar de Matos, Mestra em Educação e autora de livros sobre contação de histórias.
O evento foi pensado pelo instituto Itaú Cultural para apresentar aos educadores e organizações sociais da região a segunda edição do programa Rumos Educação, Cultura e Arte . Para isso, haverá a exibição de um DVD e uma conversa sobre a iniciativa do instituto, que já levou a experiência de Nova Olinda para diversos lugares do país.
Pela manhã e à tarde, a programação é voltada para o público adulto, direcionado principalmente a profissionais e interessados de áreas afins. À noite, o Tapetes Contadores de Histórias se apresenta para a população da região, iniciando a agenda de maio no Teatro Violeta Arraes – Engenho de Artes Cênicas.

Sobre o programa Rumos e o Itaú Cultural

O Itaú Cultural é um instituto privado, ligado ao banco Itaú, e tem como foco a pesquisa, produção, mapeamento e difusão de manifestações artístico-intelectuais. Como uma das formas escolhidas para alcançar este objetivo, abre regularmente editais de apoio à produção e difusão de trabalhos nessas áreas, o Rumos.

Em 2007 a edição de Música contemplou a banda de lata Os Cabinha, que se apresentou no teatro do instituto, localizado na Avenida Paulista, em São Paulo. Atualmente, o Itaú Cultural está com dois editais abertos: Educação, Cultura e Arte, e Artes Visuais. O primeiro selecionará educadores e experiências ligadas à educação não-formal, difundindo os resultados alcançados. O segundo mapeará a produção das artes visuais em diversos seguimentos, e a exemplo do programa de Música, levará a obra dos selecionados para exposição em sua sede.